O apagão que não é de mão de obra
Ana Luisa Winckler (*) Virou quase consenso apressado dizer que “falta gente para trabalhar”. A explicação costuma vir pronta: benefícios sociais, Bolsa Família, pejotização, uma tal “facilidade” que teria amolecido o esforço. É uma tese simples. E, como toda tese simples demais, perigosa. Porque ignora o básico: os dados não sustentam essa narrativa. O Bolsa […]
