Geral 08/07/2016

Conheça as apostas brasileiras para medalha na Rio 2016

No atletismo, Fabiana Murer continua em boa forma para buscar uma medalha olímpica no salto com vara.
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As Olimpíadas do Rio de Janeiro darão ao Brasil a oportunidade de ganhar mais medalhas nos mais variados esportes. Entre os 482 classificados até o momento, os brasileiros são franco-favoritos em algumas modalidades, e em outras há a chance de grandes surpresas

Confira uma lista de apostas para medalhas olímpicas: Melhor atleta do Brasil em 2015, a nadadora de maratona aquática Ana Marcela tem as credenciais para disputar o ouro olímpico em sua categoria. No último ano, a atleta conquistou 11 pódios e um ouro no Mundial de Kazan. Outro grande concorrente é o ginasta Arthur Zanetti. Campeão olímpico em 2012 nas argolas, trazendo uma medalha inédita para a ginástica brasileira, o atleta é promessa de pódio no Rio de janeiro. Diego Hypólito também estará na competição e pode trazer medalha no solo.
Essa será a primeira Olimpíada que o Brasil terá uma equipe de ginástica artística masculina. Já entre as meninas, a veterana Daniele Hypólito irá para sua quinta edição de Jogos Olímpicos e pode surpreender no solo e na trave. A maior aposta, no entanto, está na novata Flavia Saraiva, que tem sua maior força na disputa do solo.
No atletismo, Fabiana Murer continua em boa forma para buscar uma medalha olímpica no salto com vara. Além de sua capacidade técnica, tendo sido campeã mundial em 2011, Murer ainda vê a melhor saltadora do mundo, Yelena Isinbayeva, fora dos Jogos por causa da suspensão do atletismo da Rússia. Com a maior delegação da história – ao todo serão 66 competidores – , o atletismo brasileiro busca resgatar os bons resultados de Olimpíadas passadas.
Modalidade que mais deu medalhas olímpicas para o Brasil, o judô irá com a seleção completa no feminino e no masculino e tem grandes promessas de conquistas: entre elas, Sarah Menezes (ouro em Londres 2012), Érika Miranda, Rafaela Silva, Mariana Silva, Maria Portela, Mayra Aguiar e Maria Suelen Altheman. Já Felipe Kitadai, Charles Chibana, Alex Pombo, Victor Penalber, Tiago Camilo, Rafael Buzacarini e Rafael Silva estarão na disputa masculina.
Outra categoria vitoriosa na história olímpica, a vela também tem boas perspectivas para a Rio 2016. Na classe 49er, Martine Grael e Kahena Kunze são apontadas como favoritas.
A natação terá delegação recorde nos Jogos, apesar de não contar com o campeão olímpico Cesar Cielo. Outra dúvida ainda paira sobre a presença de Etiene Medeiros, flagrada em um exame antidoping, mas absolvida no Brasil pelo caso. Se a Federação Internacional de Natação (Fina) decidir recorrer da decisão brasileira no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), Medeiros ficará fora dos Jogos. Entre as boas apostas, estão Joanna Maranhão e Thiago Pereira.
Já nos esportes coletivos, as equipes brasileiras têm grandes chances de medalhas em praticamente todas as categorias. Os maiores destaques estão por conta do vôlei e do handebol feminino, do futebol masculino e das duplas de vôlei de praia. No futebol feminino, há chances de pódio (ANSA).

EI vende menores de idade como “escravas sexuais”

Irmãs da minoria religiosa Yazidi conseguiram escapar do grupo EI no norte do Iraque.
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Islamistas usam o Telegram Messenger para publicar anúncios sobre a venda de escravos, assim como de armas e equipamento militar, informa o New York Post. O anúncio diz: uma menina para venda é “virgem. bonita. 12 anos – US$ 12.500 [R$ 41.000], será vendida em breve”. Segundo o jornal, enquanto o Estado Islâmico perde os territórios em seu poder, os terroristas tratam cerca de 3 mil mulheres e meninas com mão de ferro e as mantêm como escravas sexuais.
Numa fusão de práticas bárbaras antigas e tecnologias modernas, o grupo vende as mulheres como bens móveis em redes sociais e cria bases de dados que contêm as suas fotografias e os nomes de seus “donos” para impedir a fuga. Milhares de mulheres e crianças yazidis foram presas em agosto de 2014, quando os combatentes do Estado Islâmico invadiram suas aldeias no Norte do Iraque com o objetivo de eliminar a minoria curda.
Uma menina yazidi de 18 anos, Jesidin Lamiya Adschi Baschar, foi espancada e estuprada muitas vezes em seu cativeiro. Ela tentou escapar quatro vezes e só a quinta foi bem sucedida. Lamya fugiu junto com o irmão de 8 anos e a irmã de 20, mas os dois morreram na explosão de uma mina. A jovem ficou gravemente ferida e perdeu um olho, mas sobreviveu. Sua família pagou a contrabandistas US$ 800 para organizar a fuga. No final, ela voltou ao Norte do Iraque, que é controlado pelos curdos, e reencontrou os familiares.
Lamiya afirma que não se arrepende de seus atos desesperados. “Mesmo se eu tivesse perdido ambos os olhos, teria valido a pena”. Antes, os yazidis podiam resgatar os parentes da escravidão por cerca de US$ 15 mil e o governo curdo compensava o resgate. Agora, os recursos financeiros estão esgotados. Em breve, as Nações Unidas esperam reconhecer o genocídio dos yazidis na Síria pelo Estado Islâmico (Ag. Sputnik Brasil).

Governo da Estônia vai fechar embaixada no Brasil

O governo estoniano decidiu fechar a embaixada no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2017 para economizar recursos, informou o serviço de imprensa do gabinete dos ministros do país báltico. A embaixada no Brasil confirmou o fechamento por contenção de gastos.
Segundo o governo da Estônia, o país está interessado em desenvolver relações bilaterais amigáveis com o Brasil e cooperar nas organizações internacionais. Vão permanecer no país três cônsules honorários estonianos. Além disso, para resolver assuntos consulares, os brasileiros poderão recorrer às embaixadas de outros países da União Europeia.
“Nossos diplomatas têm trabalhado bem para proteger os interesses do país no aspecto da segurança, economia e proteção dos cidadãos estonianos no estrangeiro, mas se o Estado economiza, nós também devemos fazê-lo”, afirmou a ministra das Relações Exteriores da Estônia, Marina Kaljurand.
Ela acrescentou que, tendo em vista a situação na esfera da segurança, é vital manter as embaixadas nos países-membros da Otan e da União Europeia (Ag. Sputnik Brasil).

Dolce & Gabbana: 30 anos de estilo sensual incomparável

Sophia Loren, uma das maiores musas da grife nos últimos anos.
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Ontem (7), foi um dia importante para uma das grifes italianas mais famosas e respeitadas do mundo, a Dolce & Gabbana. O motivo é o aniversário de 30 anos da maison e o começo de quatro dias de eventos, desfiles e comemorações pelas ruas de Nápoles por causa da data.
Começando como namorados, o siciliano Domenico Dolce e o milanês Stefano Gabbana criaram em três décadas um estilo bem definido, exuberante e inspirado na história, na cultura e na gastronomia da Itália, principalmente da Sicília.
Rosas, margaridas e os famosos limões sicilianos já são marca registrada da casa de moda nas suas coleções masculinas, femininas, infantis e até de perfumes e bolsas. Nas femininas, as mulheres são fortes, elegantes e, principalmente, sexies. As peças da grife, justas, que parecem ter sido moldadas nas próprias modelos e com decotes bem definidos, esbanjam sensualidade e poder.
Por isso, não é estranho que grandes divas do cinema e da música não consigam resistir às criações da dupla que, mesmo tendo terminado seu relacionamento amoroso em 2005, continua junta e cada vez mais criativa.
Estrelas como Isabella Rossellini, Nicole Kidman, Madonna, Monica Bellucci, Bianca Balti, Kylie Minogue, Angelina Jolie e Sophia Loren, entre muitas outras de todas as partes do mundo, são vistas constantemente com looks da Dolce & Gabbana.
A atriz italiana Sophia Loren, aliás, é uma das maiores musas da grife nos últimos anos, tendo estrelado recentemente uma campanha publicitária para o perfume Dolce Rosa Excelsa com o compositor Ennio Morricone e o cineasta Giuseppe Tornatore. Além disso, ela ainda é a madrinha oficial das comemorações pelos 30 anos da D&G. Os eventos, em Nápoles vão até domingo (10), devem atingir seu ápice hoje (8), com o desfile da coleção de alta-costura feminina, que será realizado nas ruas do centro da cidade (ANSA).

Em agosto começa a queda do preço do feijão

O diretor de Relações Institucionais da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), Roberto Queiroga, disse que o preço do feijão deve começar a cair em agosto, quando começa a colheita da terceira safra do produto.
“O consumidor vai começar a perceber queda do preço na gôndola com a terceira safra que vai entrar agora no mês de agosto. A partir de julho, já terá alguma acomodação em relação a preço. Essa é a expectativa. Em agosto, isso será mais percebido pelo consumidor”, afirmou
Queiroga, após reunião de representantes de 20 câmaras setoriais e temáticas do agronegócio com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.
Para o representante da Acebra, a importação do produto não trará impacto no preço, porque o feijão carioca, o mais consumido no país, não é produzido no mercado externo. “O feijão carioca é uma característica própria do mercado brasileiro. Para o feijão preto, não vamos ter grandes problemas no abastecimento. O problema é o feijão carioca. O que vai atuar no preço é a produção no mercado interno da terceira safra que está chegando”, acrescentou (ABr).

 
 

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