Estamos no ‘momento de retomada’ e voltaremos a crescer forte

André Dusek/Estadão Conteúdo
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O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, fala durante reunião com representantes do setor da indústria e centrais sindicais, no Palácio do Planalto.

Brasília – O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou durante discurso em evento com o presidente Michel Temer, sindicalistas e empresários ontem (12), que o Brasil já superou o pior da crise e encerrou a recessão. “Estamos no momento da retomada e vamos voltar a crescer com força”, afirmou, destacando que os dados hoje são consolidados e que por isso “todos os economistas estão revisando as projeções de crescimento para cima”, completou.
Num tom bastante otimista no palanque do Salão Leste do Planalto, Dyogo afirmou ainda que o momento é de geração de emprego e que ela está ocorrendo não só na informalidade, mas também no emprego formal. “O crédito está voltando, mas precisa voltar mais”, destacou, confirmando o pedido anterior de diversos sindicalistas que discursaram e cobraram mais liberação de recursos. “Temos tido reuniões semanais para discutir propostas de retomada de crédito no BNDES”, afirmou.
O ministro exaltou a liberação de recursos das contas inativas do FGTS e do PIS-Pasep e disse que são medidas que ajudam a estimular a economia. “A retomada do crescimento não é acaso, é resultado de ações corretas tomadas pelo governo desde o primeiro dia”, afirmou. Dyogo, que também fez parte do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, elogiou o presidente Temer, disse que ele poderia ter escolhido uma caminho mais fácil por ter um mandato curto, mas que ele optou “pelo caminho que levará o País ao crescimento”.
Na mesma reunião, o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, disse que as parcerias entre o setor público e privado são fundamentais para poder ajudar o Brasil a retomar o crescimento. “A recessão impactou todos os setores, não poderia ser diferente no setor de infraestrutura”, disse, afirmando que o País dormiu em 2014 achando que era rico “e acordou em 2015 vendo que era pobre”. E que, “nunca foi tão necessário para este País a parceria com setor privado”, bastando traçar prioridades (AE).

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