Tecnologia 20/04/2016

Os benefícios do monitoramento de redes para a segurança eletrônica dos bancos

O setor financeiro tem feito um tremendo esforço a fim de mover as operações para as plataformas eletrônicas e atender às demandas constantes por novas tecnologias

Jürgen Thiel (*)  Porém, toda a praticidade e velocidade dos sistemas eletrônicos bancários não vieram sem um ônus acrescido: a preocupação com a segurança da TI. Em 2015, foi noticiado que um grupo internacional de ladrões de bancos digitais hackearam contas bancárias e manipularam caixas eletrônicos (ATMs), roubando cerca de 1 bilhão de dólares de 100 bancos em  vários países no período de dois anos.   Cientes da importância de manter a confiabilidade, todos os anos os bancos chegam a investir bilhões de reais em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a segurança e a estabilidade dos serviços. Do mesmo modo, novas parcerias com governos, polícia e Poder Judiciário estão sempre renovando os padrões de proteção.   No mundo todo, sobretudo no setor B2B, as instituições financeiras já efetuam transações por meios eletrônicos há anos. Nos bancos de varejo, a realidade é a mesma – até mesmo bancos menores em comunidades locais já atendem mais clientes pelo banco online do que no caixa da agência.   Essa migração transformou as operações: um scanner de vírus em funcionamento é tão importante como um carro blindado, e um website com alto desempenho, disponível 24 horas por dia é mais prioritário do que o acesso à agência bancária local. E mesmo nesse cenário “virtual”, os bancos ainda estão expostos a muitos perigos: assalto convencional ao seu centro de dados, desastres - como incêndio ou inundação – ciberataques ocasionados por vírus e Trojans, ou perda de dados em backups mal executados.    Se por um lado é necessário investir em sistemas de segurança para conter esses perigos, por outro, é possível encontrar alternativas inteligentes para auxiliar na prevenção tanto de ameaças físicas como virtuais, com a adoção de um software de monitoramento de rede.   Essa ferramenta de monitoramento integrada ao data center oferece suporte de segurança em três níveis diferentes. O primeiro é o controle de ferramentas convencionais de segurança, como atualização de antivírus, funções de firewall e a integridade dos dados do backup. O segundo vem com o apoio à segurança de TI já que o software pode detectar atividade incomum causada, por exemplo, por tráfego de malware.   No terceiro nível, a ferramenta de monitoramento pode checar o status dos dispositivos físicos, como câmeras de segurança, sistemas-chave e alarmes contra incêndio. Um software de monitoramento de rede disponibiliza sensores que acompanham a atividade de todas as funções citadas, oferecendo informações completas para o controle da segurança em todas as interfaces do banco.  Um banco com várias agências, uma rede de caixas eletrônicos (ATMs) e serviços de internet e mobile banking em crescimento possui infraestrutura distribuída em múltiplos canais de atendimento aos clientes.  Sendo assim, em vez de programar instalações complexas em cada localidade, os dados das agências e dos caixas automáticos podem ser registrados localmente pelas sondas remotas  da ferramenta de monitoramento e enviados para o controle central, onde são armazenados, analisados e visualizados.   Se é necessário migrar para os meios eletrônicos com o propósito de garantir a agilidade e a disponibilidade dos serviços, nada mais coerente do que fazer uso de tecnologias para auxiliar nessa transição. Cada vez mais as operações do banco são conduzidas remotamente, o que torna crítico manter a sua disponibilidade e a performance. Nesse contexto, o monitoramento de rede unificado atua como um sistema de vigilância eletrônica capaz de contribuir com a segurança.   (*) É gerente de desenvolvimento de negócios da Paessler no Brasil. Graduado em Ciências da Computação, com mais de 20 anos de experiência na área de TI, Thiel é fluente no idioma português e o primeiro executivo da empresa residente no Brasil, na Região Nordeste.
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Jürgen Thiel (*)

Porém, toda a praticidade e velocidade dos sistemas eletrônicos bancários não vieram sem um ônus acrescido: a preocupação com a segurança da TI. Em 2015, foi noticiado que um grupo internacional de ladrões de bancos digitais hackearam contas bancárias e manipularam caixas eletrônicos (ATMs), roubando cerca de 1 bilhão de dólares de 100 bancos em vários países no período de dois anos.

Cientes da importância de manter a confiabilidade, todos os anos os bancos chegam a investir bilhões de reais em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a segurança e a estabilidade dos serviços. Do mesmo modo, novas parcerias com governos, polícia e Poder Judiciário estão sempre renovando os padrões de proteção.

No mundo todo, sobretudo no setor B2B, as instituições financeiras já efetuam transações por meios eletrônicos há anos. Nos bancos de varejo, a realidade é a mesma – até mesmo bancos menores em comunidades locais já atendem mais clientes pelo banco online do que no caixa da agência.

Essa migração transformou as operações: um scanner de vírus em funcionamento é tão importante como um carro blindado, e um website com alto desempenho, disponível 24 horas por dia é mais prioritário do que o acesso à agência bancária local. E mesmo nesse cenário “virtual”, os bancos ainda estão expostos a muitos perigos: assalto convencional ao seu centro de dados, desastres – como incêndio ou inundação – ciberataques ocasionados por vírus e Trojans, ou perda de dados em backups mal executados.

Se por um lado é necessário investir em sistemas de segurança para conter esses perigos, por outro, é possível encontrar alternativas inteligentes para auxiliar na prevenção tanto de ameaças físicas como virtuais, com a adoção de um software de monitoramento de rede.

Essa ferramenta de monitoramento integrada ao data center oferece suporte de segurança em três níveis diferentes. O primeiro é o controle de ferramentas convencionais de segurança, como atualização de antivírus, funções de firewall e a integridade dos dados do backup. O segundo vem com o apoio à segurança de TI já que o software pode detectar atividade incomum causada, por exemplo, por tráfego de malware.

No terceiro nível, a ferramenta de monitoramento pode checar o status dos dispositivos físicos, como câmeras de segurança, sistemas-chave e alarmes contra incêndio. Um software de monitoramento de rede disponibiliza sensores que acompanham a atividade de todas as funções citadas, oferecendo informações completas para o controle da segurança em todas as interfaces do banco.

Um banco com várias agências, uma rede de caixas eletrônicos (ATMs) e serviços de internet e mobile banking em crescimento possui infraestrutura distribuída em múltiplos canais de atendimento aos clientes. Sendo assim, em vez de programar instalações complexas em cada localidade, os dados das agências e dos caixas automáticos podem ser registrados localmente pelas sondas remotas da ferramenta de monitoramento e enviados para o controle central, onde são armazenados, analisados e visualizados.

Se é necessário migrar para os meios eletrônicos com o propósito de garantir a agilidade e a disponibilidade dos serviços, nada mais coerente do que fazer uso de tecnologias para auxiliar nessa transição. Cada vez mais as operações do banco são conduzidas remotamente, o que torna crítico manter a sua disponibilidade e a performance. Nesse contexto, o monitoramento de rede unificado atua como um sistema de vigilância eletrônica capaz de contribuir com a segurança.

(*) É gerente de desenvolvimento de negócios da Paessler no Brasil. Graduado em Ciências da Computação, com mais de 20 anos de experiência na área de TI, Thiel é fluente no idioma português e o primeiro executivo da empresa residente no Brasil, na Região Nordeste.

API Experience 2016 debate estratégias e oportunidades de negócios no universo das APIs

O API Experience 2016 (http://apix.com.br/) já tem data marcada. Será no dia 9 de junho, das 8 às 20 horas, em São Paulo. É a segunda edição do evento, 100% focado no universo das APIs (Application Programming Interfaces) e em transformação digital. Palestrantes de players de tecnologia do Brasil e outros países vão contar cases de sucesso e discutir estratégias, desafios e novas oportunidades utilizando APIs. A iniciativa é promovida pela Sensedia, empresa especialista em APIs.
Impulsionadas pelas estratégias digitais em mobilidade, cloud, mídias sociais e internet das coisas, as APIs estão realmente entrando no dia a dia das equipes de desenvolvimento; seja de startups, começando a desenvolver seus produtos, ou grandes empresas, que carregam um legado de sistemas e investimentos já realizados em middlewares de integração.
Os temas abordados orbitarão o conceito de transformação digital e também assuntos como APIs no mundo de pagamentos, apps multi-dispositivos, segurança, Internet das Coisas e ecossistemas digitais. “O mercado de APIs no Brasil e no mundo está crescendo rapidamente e, além do ecossistema de aplicativos, isso se deve em grande parte às estratégias de transformação digital de grandes empresas”, diz Kleber Bacili, CEO da Sensedia. “O objetivo do evento é antecipar tendências, discutir as lições aprendidas nas trincheiras e trazer para o mundo de inovação e negócios da América Latina, uma real visão sobre o poder das APIs, afirma.
A 1ª edição (em 2015) foi realizada no Cubo, coworking do Itaú, em São Paulo e ficou completamente lotada, tanto a conferência principal quando o Hands-On. Apresentaram-se palestrantes como Jamie Kirkpatrick, diretor de produto do Spotify e Eduardo Thuler, CEO da Catho.
Em 2016 o APIX deve dobrar de tamanho. Entre os palestrantes confirmados estão nomes como Alexandre Tarifa, CTO do Grupo Minha Vida, Daniel Fonseca, diretor de produto e inovação da Moip, Fábio Pagani, presidente da IMA, Kleber Bacili, CEO da Sensedia, Paulo Câmara, head of Digital da CI&T, Silvio Meira, chefe criativo da Ikewai e Marcílio Oliveira, COO da Sensedia. O API Experience também trará cases e palestrantes internacionais.
O público-alvo do evento são especialistas em APIs, gerentes de tecnologia, CIOs e CTOs, executivos de empresas que expõem APIs, empreendedores digitais, arquitetos de software e programadores (http://apix.com.br/).


Serviços para reduzir riscos de violação ética na produção de artigos científicos

espacodaescrita 0 temasproario
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A Editage, empresa de comunicação científica, está oferecendo no Brasil serviços que apoiam pesquisadores, universidades e periódicos a identificarem possíveis casos de violação ética em trabalhos científicos. O objetivo é mitigar riscos principalmente para os autores, identificando potencial de plágio, falha ética, duplicação ou redundância e garantindo a correção de problemas antes da entrega ou publicação do trabalho. A Editage é membro do Committee on Publication Ethics – COPE que reúne mais de 10 mil membros em todo o mundo, entre editores de periódicos, cientistas e interessados em ética no campo da pesquisa.
De acordo com estudo realizado, com dados de 2009 a 2012, junto às duas principais bases de dados científicas da América Latina e Caribe: Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Latin American and Caribbean Center on Health Sciences Information (LILACS), o plágio é a causa mais comum atribuída à retração no número de publicações brasileiras, sendo responsável por 46% dos casos. Também é sabido que a maioria das ocorrências de violação ética é classificada como acidental e está relacionada às pressões as quais os autores são submetidos diariamente para conclusão dos trabalhos, ou ainda, por falta de informação ou treino profissional no tema.
“Como os primeiros a examinar os artigos, até mesmo antes dos editores de periódicos, atuamos como consultores de confiança para milhares de pesquisadores, especialmente aqueles em início de carreira que não estão familiarizados com obstáculos para a publicação acadêmica ética. Sempre que identificamos algum aspecto suspeito chamamos a atenção dos autores e sugerimos as medidas corretivas a serem tomadas”, ressalta Abhishek Goel- Fundador & Chief Customer Officer da Editage.
Os serviços da Editage visam responder a esses desafios, baseando-se em sua vasta experiência em revisão e t de manuscritos por meio da aplicação de processos sistêmicos. A empresa de comunicação científica tem auxiliado em casos relacionados à violação, que vão desde a fabricação de dados e manipulação de imagens, suspeitas de duplicidade de informação, até falta de documentação comprovatória de consentimento de pacientes ou voluntários, em casos que envolvem experimentação humana (http://www.editage.com.br/process/ethics.html).

5 formas de usar tecnologia para otimizar as operações logísticas

André Miyajima (*)

Coleta e análise de dados, suporte automatizado e integração tornarão as empresas mais competitivas

Para se manterem competitivas, as empresas de diversos setores estão transformando seus negócios em e-commerce. Porém, esse movimento exige investimentos, não apenas em tecnologia, mas também em logística. O mercado corporativo tem buscado prestadores de serviços com capacidade para atender a demanda dos seus clientes, por isso, a adoção de tecnologias tem sido estratégica para otimizar a gestão de armazéns e estoques. Veja as cinco maneiras de usar a tecnologia para melhorar a produtividade no setor:

1) Comunicação e coleta de dados
A necessidade de mais velocidade, precisão, produtividade e conformidade regulatória em relação ao rastreamento obriga o setor a oferecer transações móveis para o cumprimento das exigências do transporte logístico. Cada vez mais, vemos uma demanda crescente por radiofrequência integrada e/ou tecnologias de voz para melhorar a precisão da captura de dados e reduzir o impacto do produto na cadeia de abastecimento. Afinal, as mudanças relacionadas aos produtos, local de armazenamento, controle ou atributos devem ser registradas, e esses dados devem ser usados para apoiar as demais atividades do processo, garantindo rastreabilidade e segurança.

2)Suporte automatizado
Independente do tamanho do negócio, o cliente quer ser bem atendido. A lista de exigências é complexa no setor, e ganha quem oferece curtos prazos e alto desempenho. Para atender a demanda, prestadores de serviços logísticos precisam estar atentos a fatores como: estoque, coleta, embalagem, envio e rastreamento. Além disso, também devem preparar-se para receber, identificar, separar e visualizar itens de diversos clientes no mesmo local. Sem uma tecnologia que permita fazer isso de forma dinâmica e automática, as empresas tradicionais terão dificuldades de atender essa crescente demanda.

3) Gestão da força de trabalho
Produtividade e despesas são questões mais complexas para os prestadores de serviços que estão atentos aos custos das operações. O monitoramento de desempenho do trabalho em relação às métricas contratuais permite que os gerentes instituam medidas corretivas, sempre que preciso. Para os gestores, o acesso a informações sobre gestão de desempenho, alertas sobre métricas operacionais e fatores fora do planejado, oferecem uma visão ampla dos negócios.

4) Informações a qualquer hora e lugar
Uma decisão inteligente requer análise. Os dados coletados nas empresas, sozinhos, não dizem nada. Mas, uma interpretação precisa pode ajudar na tomada de decisões. Não apenas isso, mas a coleta de dados em tempo real e as ferramentas de análises para inteligência comercial podem aumentar a produtividade e desempenho de equipes. As tecnologias sociais e mobilidade já mudaram na forma como as pessoas trabalham, e na cadeia de abastecimentos não é diferente. Ferramentas que incluem social, mobilidade, análise e nuvem otimizam o desempenho das tarefas, e o acesso a informações em qualquer hora e lugar, tornando as equipes mais produtivas.

5) Integração
A concorrência global, velocidade e complexidade – inclusive regulatória – do setor exigem, e muito, dos seus acionistas. A pressão por melhor desempenho operacional e visibilidade em toda a cadeia de abastecimento é grande, e por isso, uma tecnologia que permita aos prestadores de serviços de logística simplificar o fluxo de trabalho, integrar seus sistemas com o de seus clientes e ter acesso a informações específicas sobre a cadeia de abastecimento, que vão além das noções tradicionais de visibilidade, é mais do que estratégica nos dias atuais.

(*) É especialista Sênior de SCM (Supply Chain Management) da Infor.

 
 
 
 
 
 
 
 

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