[email protected] 05 a 07/11/2016

Vivo sedia primeira batalha de startups de Inteligência Artificial do País

@Em 9 de dezembro acontece na sede da Vivo, em São Paulo, a terceira edição da batalha global de startups que utilizam inteligência artificial como principal tecnologia em suas soluções. O evento, que já teve edições em Boston (EUA) e Valência (Espanha), faz parte do curso de verão de Machine Learning, organizado pela norte-americana BigML em parceria com o Telefónica Open Future e a operadora. As inscrições estarão abertas até 24 de novembro, por meio do link participe da batalha de AI. Cinco startups serão selecionadas para competir entre si e serão avaliadas por um algoritmo de Machine Learning (o PreSeries), sem qualquer envolvimento humano. As empresas apresentarão seus projetos em inglês e o algoritmo dará notas a cada uma. O algoritmo reflete um extenso modelo preditivo gerado com informações de milhares de startups no mundo, além de considerar rodadas de investimento realizadas até o momento (www.openfuture.org/en).

Solução para gestão de contratos

@Falando do mundo empresarial, mudanças são sempre um problema. Não são previsíveis, gradativas, com etapas sucessivas e lógicas, mas sim abruptas, pegando administradores de surpresa e colocando em risco seus negócios. Existe uma inércia, que vem do comodismo em não se mexer naquilo que está funcionando bem, e isso tem levado ao naufrágio muitos negócios tidos como sólidos. A globalização, e a internet trouxeram outra dinâmica aos negócios, e muitas empresas têm ainda demandas oriundas das investigações do Ministério Público e fiscalizações da Receita Federal. Nesse cenário os contratos como base legal das obrigações e atribuições de uma empresa na sua relação com o mercado e governo, passaram num piscar de olhos, ao patamar de protagonistas, quando eram simples coadjuvantes.

Softwares acrescentam mais de 1 trilhão de dólares à economia americana

@A indústria de software foi responsável por US$ 1,07 trilhões do PIB americano, levando em conta impactos diretos e indiretos, em 2014. O número representa mais de 6% do produto interno bruto do país naquele ano. Diretamente, os softwares somaram US$ 475,3 bilhões ao montante. Os dados são de pesquisa da BSA| Software Alliance, organização global que defende o setor de softwares contra a pirataria, em parceria com a EIU (The Economist Intelligence Unit). “Os produtos e serviços oferecidos pelas empresas de software estão causando um imenso impacto positivo não só na economia e na qualidade de vida dos americanos, mas também de cidadãos de outros países como o Brasil”, conta o Country Manager da BSA para o país, Antônio Eduardo Mendes da Silva (“Pitanga”). “Os aplicativos de celulares, que são tão vitais para as nossas vidas, também são softwares”, lembra ele. Pitanga ainda acrescenta que a computação em nuvem e o armazenamento e análise de Big Data só são possíveis por meio de softwares. De acordo com estudo da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), os investimentos da indústria de software no Brasil cresceram 30,2% em 2015 em relação ao ano anterior, chegando a U$ 12,3 bilhões. O Mercado de TI no Brasil, que engloba não apenas softwares, mas também hardware e serviços, aumentou 9,2% no mesmo período. O país é o que mais investiu no setor na América Latina: US$ 59,9 bilhões no mesmo ano (http://softwareimpact.bsa.org/).

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