Eleitor não é bobo
Gaudêncio Torquato (*) Durante muito tempo, repetiu-se como mantra que o eleitor brasileiro tinha memória curta. A tese serviu de álibi para governantes, partidos e grupos de interesse que apostavam no esquecimento como método político. O problema é que o tempo passou, o país mudou — e o eleitor também. Hoje, mais informado, mais desconfiado […]
