Gadelha antecipa saída do INSS
Temendo desgaste eleitoral com a reforma da Previdência, o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, decidiu antecipar sua saída do governo.
Temendo desgaste eleitoral com a reforma da Previdência, o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, decidiu antecipar sua saída do governo.
O ministro do STF, Gilmar Mendes, chamou de “tragédia” o grande número de partidos no Brasil e considerou que a mais alta Corte do País é responsável pelo problema em razão do processo que levou o Supremo a decidir pela inconstitucionalidade da chamada ‘cláusula de barreira’.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, avaliou ontem (27), em São Paulo, que a pergunta feita mais cedo pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), sobre se alguém choraria se a Coreia do Norte jogasse uma bomba e atingisse o Congresso brasileiro, é uma “declaração perigosa”.
A compensação de cheques de qualquer valor passará a ser feita em um dia útil, inclusive os de menos de R$ 300, cujo prazo atual é de dois dias úteis.
O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 21 Estados brasileiros na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.
Em um discurso precedido de diversas manifestações religiosas por parte de aliados, o presidente Temer disse ontem (23), em inauguração da unidade Amazônia do Hospital de Amor (novo nome do Hospital de Câncer de Barretos), em Porto Velho, que o momento é de “pregar amor”.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou ontem (23) que o encontro de quarta-feira (22) à noite entre o presidente Michel Temer, os deputados da base e alguns economistas, vai ajudar a convencer os parlamentares a aprovar a reforma da Previdência.
O prefeito João Doria admitiu ontem (23), a possibilidade de disputar o governo do Estado.
A maioria dos ministros do STF decidiu ontem (23) a favor da restrição ao foro privilegiado para deputados e senadores. Sete dos 11 integrantes da Corte se manifestaram a favor a algum tipo de restrição na competência do tribunal para julgar crimes praticados por deputados e senadores.
O presidente nacional do Partido da República (PR), Antônio Carlos Rodrigues, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, e a esposa dele, a também ex-governadora Rosinha Garotinho, fariam parte de uma organização criminosa, conhecida no meio político como Orcrim.