5 motivos para o varejo de alimentos investir em tecnologia

A pandemia trouxe muitas transformações na rotina das empresas e das pessoas. Os recursos tecnológicos têm sido um dos grandes aliados. Por isso, as empresas, em especial, no varejo de alimentos, tiveram que acelerar seus processos de digitalização. De acordo com o especialista em tecnologia para o varejo supermercadista e CEO da VipCommerce, Fernando Bravo, a média de gasto na categoria de varejo on-line de alimentos (e-grocery) é seis vezes maior do que o registrado em loja física, em geral no carrinho virtual são adicionados 60 itens.

Para quem ainda avalia a relevância da adoção de um e-commerce, Fernando relacionou cinco dos principais motivos desse investimento:

1 – Os novos hábitos dos consumidores: o brasileiro deixou de ter medo de comprar na internet. Pesquisas apontam que, no último trimestre, um quarto dos consumidores compraram on-line pela primeira vez. 24% dos que compraram pela internet nesse período nunca tinham feito uma compra virtual antes. No período, 23,6 milhões de pessoas compraram pela internet, sendo que 5,7 milhões de pessoas o fizeram pela primeira vez. Fonte: Neotrust/Compre&Confie

2 – Multicanalidade: o isolamento social exigiu uma mudança no comportamento de venda, bem como, em seus canais. Hoje vivenciamos uma revolução na cultura de consumo. “A pandemia acelerou o processo de digitalização no varejo e em seus canais, que passam ser digitais. Isso não significa que a loja física deixará de existir, mas o que se percebe é cada vez uma multicanalidade”, esclarece Fernando.

3 – Personalização da loja virtual: o supermercadista está aprendendo a atuar em sua vitrine virtual. “Esse processo inclui desafios desde a logística de entrega a disposição dos produtos nas telas” conta, Fernando. “O sonho de qualquer varejista sempre foi ter uma loja para cada cliente, uma operação inviável no físico, mas no on-line é possível com uma vitrine dinâmica e com o perfil de cada cliente”, ressalta o especialista.

4 – Estratégico para os negócios: a pandemia mudou o hábito de consumir e, com isso, muitos brasileiros perderam o medo de comprar on-line. Por isso, operar no on-line é mais do que estratégico para os lojistas, em especial, em relação aos concorrentes, mas também uma expansão dos negócios e, ainda, atender o cliente em todos os seus momentos de compra.

5 – Aumento de receita: pesquisa realizada pelo Google Academy, no período de junho, as lojas de alimentos, bebidas e higiene e limpeza registraram 60% do volume de vendas no físico e 30% distribuído em outros canais. A digitalização deve se manter, pois o digital tem se tornado um hábito na rotina do consumidor. 51% dos entrevistados, que começaram a comprar no on-line vão continuar.

Fonte e mais informações: (www.vipcommerce.com.br).

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