Carmen: “País vive estado democrático em sofrimento”

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Ministra Cármen Lúcia, vice-presidente do STF.

São Paulo – A ministra Cármen Lúcia, vice-presidente do STF, afirmou na sexta-feira (16), ao receber um prêmio da Associação Nacional de Jornais, que o Brasil vive em um “Estado Democrático de Direito em sofrimento”. Ela acrescentou ainda que seria o momento de os brasileiros se unirem em nome do avanço do País. Questionada sobre a fala ao sair do evento, a ministra disse que, na atual crise, as pessoas têm se mostrado individualistas e que isso não é positivo para o Brasil.
“Nesse momento de crise, vejo muita raiva ao invés de ter discussões, vejo reclamações ao invés de reivindicações. É um momento em que devemos ter clareza do que queremos e de como fazer para conseguir o que queremos. Queremos um Brasil justo para todo mundo”, afirmou.
A ministra evitou falar sobre as tentativas de impeachment da presidente Dilma Rousseff ou sobre decisões proferidas por colegas na Corte.
Sobre as liminares concedidas por Rosa Weber e Teori Zavascki, que barraram o rito do processo de impeachment, Cármen Lúcia se limitou a defender a atuação do STF. “O Brasil pode ter a mais absoluta segurança de que nós não interferimos em nada que não seja a obrigação do Supremo, de dar cumprimento à Constituição. Tudo que seja dos outros Poderes, nós não entramos” (AE).

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