Rosa Weber e presidentes de TREs defendem urna e pedem respeito às instituições

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Rosa Weber e presidentes de TREs defendem urna e pedem respeito às instituições.  Foto: Mateus Bonomi/Folhapress

Brasília – A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e presidentes de TREs assinaram ontem (22), uma “carta à nação brasileira” em que defendem o sistema eletrônico de votação, rechaçam qualquer possibilidade de a urna completar automaticamente o voto do eleitor e conclamam a sociedade brasileira para atuar em prol do respeito às instituições.
Rosa se reuniu com presidentes dos TREs para discutir, entre outros temas, as fake news disseminadas contra as urnas eletrônicas, que pretendem atingir a imagem da Justiça Eleitoral. Na carta, a Justiça Eleitoral – por meio da presidente do TSE e dos presidentes dos TREs – vem a público reafirmar a “total integridade e confiabilidade das urnas eletrônicas” e informar que a urna brasileira “é totalmente segura”.
O documento ressalta que a urna não está conectada à rede mundial de computadores, além de contar com oito barreiras físicas e mais de 30 barreiras digitais que inviabilizam ataques de hackers e invasão cibernética. A “carta à nação brasileira” enfatiza que a Justiça Eleitoral realiza testes e auditorias que comprovam a “transparência e absoluta confiabilidade do sistema eletrônico” e sustenta que “não existe a possibilidade da urna eletrônica completar automaticamente o voto do eleitor”.
Na “carta à nação brasileira”, a Justiça Eleitoral conclama a sociedade para atuar em prol da manutenção do Estado Democrático de Direito, “com respeito às instituições, dentre as quais a Justiça Eleitoral, que é a responsável por assegurar a legitimidade do processo eleitoral brasileiro”.
“Diante do exposto, conclama-se a nação brasileira a apoiar as diretrizes expostas na presente Carta, multiplicando esforços para garantir a manutenção dos direitos duramente conquistados que asseguram a concretização do processo eleitoral transparente, seguro, justo e democrático em cada eleição periodicamente realizada pela Justiça Eleitoral”, finaliza o documento (AE).

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