Incentivo à mudança e o desenvolvimento de novas carreiras

Para milhares de profissionais, os últimos dois anos de pandemia simbolizaram um momento de ruptura e mudança de carreira. Esse movimento desafiador trouxe diversas dúvidas e inseguranças, mas a Awari, plataforma de ensino e desenvolvimento de carreira, lançou uma campanha nas redes sociais para incentivar ainda mais essa mudança de rota no desenvolvimento de novas carreiras.

A ação teve com objetivo trazer uma perspectiva e encorajamento às pessoas, principalmente os mais jovens, de que o momento atual também traz oportunidades de migrar para uma nova carreira, escolhendo uma nova profissão. Na campanha, diversos profissionais se engajaram e destacaram o momento em que tiveram a tomada de decisão na escolha de uma nova profissão.

A maioria dos aderentes à campanha ressaltaram que se sentem satisfeitos com a mudança de carreira, uma forma de libertação após anos de estrada numa área tradicional do mercado de trabalho. “Precisamos nos dar um voto de confiança e não temer o desconhecido, não temer a metamorfose ambulante que somos. (#eunãoparo de explorar e conquistar os limites do meu conhecimento), afirmou o Pablo Arruda, que cursou fez o curso de data science na Awari e, atualmente, trabalha nesta área com business intelligence.

Em outro depoimento, a jovem Tayná Myra, que migrou recentemente para a área de UX design, afirmou: “Em 2022, tomei a decisão gigante sobre a minha carreira, será? Saio da farmácia com uma bagagem enorme que com certeza vai me servir para sempre e entro nesse novo ano com várias outras mochilas novas nas costas”.
Se para algumas pessoas a mudança de carreira, e de profissão, traz inúmeros desafios e oportunidades, do outro lado do balcão não é diferente.

Muitas vezes, as empresas que recebem essas pessoas lidam duas perspectivas: por um lado o desenvolvimento das habilidades técnicas por parte dos profissionais e, do outro lado, o tempo de entrega de resultados desses mesmos profissionais. Boa parte das empresas passa por um dilema: reconhecer que os profissionais estão passando por uma curva de aprendizado técnico diante da necessidade, quase que imediata, de entrega de resultados.

Uma pesquisa revela esse problema que não é só individual, mas geracional e com elementos de velhos problemas na formação educacional para o mercado de trabalho. Na pesquisa, o principal entrave para a contratação de jovens de 18 a 27 anos é a falta de qualificação técnica (68% do total), seguida de falta de comprometimento (29%) e candidatos com pouco experiência (24%).

O cenário mais agravante, contudo, é destacado na consultoria IDados: no Brasil, 12,3 milhões de jovens, de até 29 anos, formam a “geração nem-nem”, não trabalham e nem estudam. Esse número corresponde a 30% de jovens que estão nesta faixa etária, e que por diversos fatores estão literalmente à margem do mercado de trabalho e distantes de uma perspectiva mínima de carreira.

As pessoas estão de olho nas oportunidades mais promissoras de um mercado de trabalho que incorpora cada vez mais as tecnologias, as ferramentas e as soluções da indústria 4.0. Não é à toa, assim, que a maioria das pessoas que aderiram à campanha da Awari migraram ou estão migrando para a área de programação, data science, gestão de produtos e design de experiências. Boa parte dos profissionais reconhece as transições que vêm ocorrendo no mercado, mas necessita de uma bússola de aprendizado técnico e de mentoria de carreira para não inflar ainda mais os números da geração nem-nem. – Fonte e outras informações: (https://awari.com.br/).

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