Economia 17/08/2016

Pesquisa indica inflação em ritmo menor

A apuração mostra que diminuiu a intensidade de alta.
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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu variação de 0,48%, na segunda prévia de agosto, o que representa um acréscimo de 0,02 ponto percentual acima do resultado anterior (0,46%)

A apuração mostra que diminuiu a intensidade de alta, já que na primeira prévia, o índice tinha passado de 0,37% para 0,46%. O levantamento é feito pelo Ibre da FGV, em Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.
Foram constatados acréscimos em seis dos oito grupos pesquisados com destaque para transportes (de 0,32% para 0,36%). Em saúde e cuidados pessoais, o índice subiu de 0,87% para 0,91%. No grupo educação, leitura e recreação, houve alta de 1,10% ante 1,06%. Em comunicação , a taxa passou de 0,18% para 0,55% com a tarifa de telefone móvel 1,86% mais cara ante uma variação de 0,01%.
Já em habitação, houve inversão da queda de 0,01% para uma estabilidade. Nesta classe de despesa, a maior contribuição foi o aumento nos serviços de conserto de eletrodomésticos (0,88% para 1,13%). E, no grupo vestuário, houve ligeira elevação (de 0,31% para 0,32%). Nos dois grupos restantes, foram verificados aumentos em ritmo menor do que na apuração passada: alimentação (de 0,72% para 0,69%) e despesas diversas (de 0,31% para 0,19%).
Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram: leite tipo longa vida (11%); show musical (11,87%); refeições em bares e restaurantes (0,82%); perfume (4,38%) e plano e seguro saúde (1,05%). Em sentido oposto, os itens que mais colaboraram para conter o avanço foram: batata-inglesa (-18,95%); tarifa de eletricidade residencial (-1,67%); cebola (-26,75%); tomate (-9,91%) e alface (-9,13%) (ABr).

Receita envia pela internet cobrança de tributos atrasados

Divulgação
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A Receita Federal, em São Paulo, passa a encaminhar pela internet cobrança para os contribuintes com parcelamento de tributos em atraso. Para visualizar a mensagem é necessário acessar a caixa postal eletrônica do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) na internet. A Receita informa ainda que a iniciativa é um lembrete para os contribuintes regularizarem a situação antes da rescisão do parcelamento e da cobrança imediata do saldo devedor.
A falta de pagamento de três parcelas implica em rescisão do parcelamento e cobrança do débito à vista, com os devidos acréscimos legais. Caso o débito inclua valores retidos de segurados ou terceiros a título de contribuição previdenciária, o não pagamento caracteriza ainda crime de apropriação indébita ou sonegação, sujeitando o contribuinte ao devido processo penal. Para emissão da guia da Previdência Social (GPS), o contribuinte deverá comparecer a uma unidade de atendimento da Receita de sua jurisdição, de preferência com prévio agendamento no site do órgão.
As parcelas pendentes devem ser regularizadas até o final do mês de emissão da cobrança, sob pena de rescisão do parcelamento e inscrição imediata dos débitos em Dívida Ativa da União. A Receita não manda mensagens por meio de e-mail sem a autorização do contribuinte, nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A única forma de comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) (ABr).

Demanda das empresas por crédito registra queda

A demanda das empresas por crédito abriu o segundo semestre em retração, segundo o indicador Serasa Experian. O levantamento mostra variação negativa de 5,9% em julho em relação a junho. Houve queda também de 3% na comparação com julho do ano passado.
No acumulado do ano de janeiro a julho, a demanda das empresas por crédito caiu 2,3% frente ao mesmo período do ano passado. Na análise por porte, a queda na demanda empresarial por crédito em julho foi puxada pela retração observada de 6,1% nas micro e pequenas empresas. Nas médias e grandes empresas, houve quedas de 1,8% (médias) e de 0,7% (grandes) na procura por crédito.
Na análise por setor, as empresas de serviços recuaram a demanda por crédito em 7,5% em julho, ante junho. As empresas dos setores industrial e comercial acusaram retrações de -4,6% na indústria e -4,4% no comércio.
Economistas da Serasa consideram que a queda da demanda das empresas por crédito ocorre em meio ao atual quadro de retração da economia (ABr).

 

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