Economia 04/08/2016

Empregador doméstico tem até sexta para pagar guia do eSocial

Reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas.
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O prazo para o empregador doméstico pagar o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) referente a julho termina nesta sexta-feira (5)

Como o dia 7, tradicionalmente usado como data-limite para o pagamento da guia, cai no domingo, o prazo foi antecipado em dois dias. Por causa dos feriados municipais no Rio de Janeiro, hoje (4) e amanhã (5), por causa dos Jogos Olímpicos, os empregadores que vivem na cidade só poderão fazer o pagamento pelo caixa eletrônico ou pela internet.
O Simples Doméstico reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas. Para emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na internet. Se não for recolhido no prazo, o empregador paga multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do total. Desde a adoção do programa, em novembro do ano passado, foram cadastrados mais de 1,25 milhão de trabalhadores domésticos para mais de 1,18 milhão de empregadores – alguns empregadores contratam mais de um empregado.
No eSocial, o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador, e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência. A guia inclui 8% de FGTS, 0,8% de seguro contra acidentes de trabalho, 3,2% de indenização compensatória (multa do FGTS) e Imposto de Renda para quem recebe acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98) (ABr).

Preços das commodities caem 5,71%

No acumulado do ano, a queda ficou em 10,07%. Em 12 meses encerrados em julho, no entanto, o índice apresentou alta de 0,33%.
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Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, apresentaram queda de 5,71%, em julho, comparado ao mês anterior. É o que mostra o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC). No acumulado do ano, a queda ficou em 10,07%. Em 12 meses encerrados em julho, no entanto, o índice apresentou alta de 0,33%.
O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil. O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou queda de 5,51%, em julho, e alta de 0,54%, em 12 meses.
No mês passado, as commodities do segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) tiveram queda de 6,84%. Os preços das commodities do segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) caíram 7,57%. No caso de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), houve alta de 0,88% (ABr).

Saída de dólares supera entrada

Brasília – O fluxo cambial de 2016 até o fim de julho ficou no vermelho em US$ 9,111 bilhões, ante saldo negativo de US$ 10,409 bilhões visto no ano até junho, divulgou ontem (3), o Banco Central (BC). Em igual período do ano passado, o resultado fora positivo em US$ 7,165 bilhões.
A retirada de dólares pelo canal financeiro neste ano até o fim de julho foi de US$ 38,613 bilhões. Esse resultado é fruto de entradas no valor de US$ 246,737 bilhões e de envios no total de US$ 285,350 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
Já no comércio exterior, o saldo anual acumulado ficou positivo em US$ 29,502 bilhões, com importações de US$ 70,964 bilhões e exportações de US$ 100,466 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 18,485 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 27,616 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 54,365 bilhões em outras entradas (AE).

 
 

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