5 dicas para se criar uma sala de aula virtual

A revolução digital e a adoção da tecnologia transformaram a forma de educar e captar conhecimento. O confinamento mundial foi o gatilho para uma tendência observada há uma década nos métodos de ensino por meio de dispositivos conectados em rede. Para se ter uma ideia, cinco bilhões de pessoas no mundo usam a Internet, o que equivale a 63% da população.

A Internet e o potencial das tecnologias de informação e comunicação como meio educacional se refletem na interação em ambientes de aprendizagem; permitem atender às amplas demandas dos serviços educacionais, por meio do fácil acesso a fontes de informação da diversidade de opiniões sobre os mesmos temas e desenvolvem habilidades tanto nos alunos quanto nos professores.

A sala de aula virtual é uma plataforma de e-learning onde os professores criam um ambiente digital carregado de conteúdo multimídia, que gera interação com os alunos.

“Neste espaço virtual, as atividades pedagógicas são realizadas por meio de diferentes ensinamentos, técnicas e ferramentas que os alunos aplicam para realizar sua formação, proporcionando-lhes uma transversalidade educacional, o que enriquece o trabalho formativo de tal forma que conecta e articula o instrucional e o formativo.

Além de aprender, eles estão aprimorando e desenvolvendo suas habilidades e competências digitais”, explica Patricia Herrera, diretora de edtech Latam da Cypher Learning. Ela é pedagoga, criadora de programas de treinamento, especialista em e-learning e consultora em digitalização no ensino na América Latina e compartilha quatro dicas para se criar uma sala de aula virtual eficaz:

  1. Adoção de tecnologia adequada – Escolher a plataforma adequada é essencial para desenvolver a estratégia educacional. Uma plataforma de aprendizagem inteligente, ou ILP, como é conhecida, é uma solução inteligente que combina automação, metas e recomendações com experiências de aprendizado personalizadas.
  2. Armazenamento de produtividade – O sistema e a capacidade na nuvem e capacidade são muito importantes, pois são usados para hospedar todos os materiais didáticos utilizados nas aulas, além da retenção de ferramentas de uso diário, como chats, mensagens ou notificações.
  3. Integração de ferramentas – Para a comunicação com os alunos são empregados diferentes aplicativos que ajudam a ter atenção imediata, como videochamadas, reuniões, sessões individuais agendadas ou até aulas ao vivo para aumentar a conversa.Criação de conteúdo – Outro passo a ser considerado é a criação de conteúdo multimídia, gravando uma explicação ou pontos importantes da sessão, editando imagens, escrevendo textos ou usando transcodificação de vídeo.
  4. Avaliação – Por último, como vamos fazer as avaliações? Usando aplicativos como detecção de plágio, atendimento, lições de casa, projetos, tarefas e exames. Tudo integrado em uma única plataforma para ter maior controle.

“O ensino online não é mais uma opção, é uma realidade. Como instrutores temos que inovar e usar ferramentas tecnológicas para nos comunicarmos com nossos alunos. Não vamos ensinar tecnologia para nativos digitais, vamos ensinar com tecnologia para falar a mesma língua”, finaliza Patricia. – Fonte e outras informações: (https://www.cypherlearning.com/pt-br/).

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