Tecnologia da informação movimenta setor de serviços

O setor de serviços cresceu 3,7% entre janeiro e fevereiro, superando pela primeira vez os números registrados antes da pandemia (alta de 0,9%), segundo a Pesquisa Mensal de Serviços divulgada pelo IBGE . Dentre as contribuições positivas, o segmento de tecnologia da informação teve destaque durante o período, atingindo o maior patamar da série histórica da pesquisa.

A alta demanda por serviços da área foi impulsionada, principalmente, por provedores de conteúdo, ferramentas de busca, aplicativos e outros recursos de entrega, e empresas de TI como um todo. Quem viu os negócios alavancarem durante a pandemia foram empresas como a Consumer que desenvolve softwares de gestão para restaurantes, lanchonetes e pizzarias.

“Por conta de medidas de isolamento as pessoas passaram a depender cada vez mais de serviços de entrega, especialmente na área de alimentação”, afirma Renato Almeida, CEO da empresa. “Sem uma boa ferramenta de gestão para atender toda essa demanda o trabalho seria muito mais complicado”. Em 2020, a startup já havia registrado 145% de crescimento frente ao ano anterior. Neste ano, tudo indica que irá se repetir o mesmo feito.

Através de uma única plataforma que une pedidos, produção e entrega, a Consumer otimiza a rotina de restaurantes e outros estabelecimentos da área, proporcionando economia de tempo e dinheiro para usuários do software. “O foco total deve estar na experiência de compra do cliente, desde a realização do pedido até o momento da entrega. Não estamos mais falando de qualidade apenas no produto, mas em todas as etapas do serviço”, diz Almeida.

Para que isso aconteça da melhor forma, a comunicação deve ser intuitiva e rápida entre a empresa e o cliente, e também, internamente. Para quem utiliza os softwares de gestão da Consumer, correr o risco de não entregar o produto simplesmente não faz parte da equação. “Essa eficiência tão necessária durante a pandemia vai continuar presente na vida do consumidor mesmo em um cenário onde as coisas voltam ao normal”, afirma.

Dados do Relatório Varejo 2021: o que quer o consumidor brasileiro realizado pela empresa de pagamentos Adyen traz números importantes que dão uma dica sobre o que esperar dos brasileiros num período pós-pandemia.

  • 90% dos entrevistados não retornam após uma experiência ruim na loja física ou online, ou seja, o empreendedor possui apenas uma chance de converter a venda e fidelizar o cliente;
  • 63% dos brasileiros usaram mais aplicativos de delivery de comida durante a pandemia e 62% vão continuar comprando online mais do que antes da pandemia;
  • 45% estão menos inclinados a fazer compras em lojas físicas depois de boas experiências online.

Isso significa que sem uma ferramenta capaz de integrar todos os canais de comunicação da empresa não será possível atender as expectativas do consumidor – o que deve ser evitado a todo custo. “É muita coisa para gerenciar ao mesmo tempo, algo praticamente impossível de fazer apenas com a força humana”, afirma Almeida, provando que recursos tecnológicos de gestão para a área de alimentação vieram para ficar. Fonte e mais informações: (www.programaconsumer.com.br).

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