Tecnologia 13/04/2016

Você está pronto para a explosão dos aplicativos móveis? Porque eles chegaram para ficar…

Os aplicativos de força de trabalho foram desenvolvidos para possibilitar aos funcionários o acesso às informações internas de sua empresa a partir de um dispositivo móvel, com o objetivo de otimizar a operação e a realização dos serviços prestados

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Alexsandro Labbate (*)

Um recente relatório da Forrester ressalta como os aplicativos móveis são uma necessidade competitiva no mundo corporativo moderno e como se tornou imperativo que os dispositivos mobile sejam tão eficientes na realização das tarefas de trabalho como os computadores fixos. O estudo conclui que a utilização dos apps auxilia de maneira mais inteligente não somente a tomada de decisão como também serve como um conselheiro de confiança para o negócio.

Os apps não estão indo embora, então adote-os
Os aplicativos móveis, tablets e smartphones chegaram para ficar. Existem até mesmo aplicativos específicos para determinados negócios, como os apps para gestão da força de trabalho, e as organizações que souberem tirar proveito desta tecnologia serão bem sucedidas. Nas lojas da Apple, por exemplo, os funcionários utilizam os dispositivos móveis para enviar recibos em PDF por e-mail. A companhia tem oferecido recibos eletrônicos em suas lojas desde 2005, evidenciando como sua cultura de trabalho abraçou tanto os aplicativos e como a tendência de mobilidade.
As empresas de serviços devem atentar-se para a nova maneira como os consumidores estão se comportando, que agora, têm acesso imediato à informação, a compras online e a oportunidades de emprego em tempo real, mesmo a partir de um dispositivo móvel. Há uma crescente lista de aplicativos que podem ajudar as organizações a tornarem-se mais eficientes para garantir a satisfação do cliente.
De acordo com o infográfico abaixo, a rápida evolução dos iPads, iPhones e outros dispositivos móveis tem alimentado a louca corrida por financiamentos de risco para aplicativos móveis. O levantamento aponta que ¾ desses apps serão destinados às empresas de serviço, 80% serão integrados as redes sociais e metade será integrada com plataformas de aplicação na nuvem.
Para as organizações alcançarem o sucesso, seus funcionários precisam ter acesso, no mínimo, aos aplicativos mais básicos, como e-mail, calendário e contatos. Se a empresa puder oferecer mais aplicações, como conexão com a base de dados de clientes, planilhas de horas e chat em grupo, melhor ainda.

Aplicativos de planilha de horários fazem da folha de pagamento menos uma dor de cabeça
Um constante desafio enfrentado pelas empresas é a gestão da folha de pagamento e dos horários dos funcionários. Para contornar problemas de imprecisão de dados, os empregadores podem instalar um aplicativo que gera automaticamente os quadros de horários nos smartphones de seus funcionários. Os apps podem ser adaptados às necessidades da empresa, com aplicações mais simples, como o agendamento remoto dentro ou fora do local de trabalho, ou sistemas mais complexos de gerenciamento, capazes de manter os registros de intervalos e tempo de viagem, atualizar automaticamente os sistemas EPR e CRM e ainda apontar discrepâncias entre o que foi planejado para os dias de trabalho e o que realmente foi executado durante esse período.

O conhecimento do funcionário por meio de um aplicativo de banco de dados otimiza a prestação de serviço
Para os prestadores de serviços, existem aplicativos móveis de bate-papo que permitem que trabalhadores em campo e gerentes se comuniquem em tempo real. O apps integram as informações da agenda ao banco de dados dos clientes possibilitando aos trabalhadores em campo acesso a tudo o que necessitam para melhorar o serviço prestado.
Se a empresa possui funcionários que viajam constantemente é essencial que exista um aplicativo de orçamento e de relatórios de despesas. Caso contrário, o departamento de contabilidade dispenderá um bom tempo para inserir as informações de todos os recibos, assim como a área de TI quando os funcionários utilizarem aplicativos de terceiros que não estão nos padrões de segurança. Aplicações de atualização de agendamento, GPS e, até mesmo, que lidam com tarefas administrativas básicas como registro de entrada e saída ou apresentação de relatórios, também podem ser muito úteis para as organizações. Além disso, a não adoção dos aplicativos móveis pode ser muito prejudicial ao seu negócio, especialmente se a concorrência já tenha adotado e implementado essa tecnologia com sucesso em suas operações.
No mundo corporativo moderno, no qual todos estão constantemente conectados à internet através de seus smartphones, os apps são considerados um artigo importante. Digamos que você está em uma reunião com um cliente em seu escritório. Agora imagine o constrangimento se você precisa procurar informações para um cliente, mas não consegue encontrá-las, pois sua empresa não acredita que um aplicativo com acesso ao sistema interno é importante e o cliente, sendo mais esclarecido nessa tecnologia, encontra a informação para você. Evite isso rendendo-se aos apps.

(*) É Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

ERP antigo: o gargalo dos novos negócios

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É comum vermos fabricantes trabalhando da mesma forma desde a década de 90, sem ao menos atualizar o sistema de ERP. Muitos não percebem que ainda dependem de um sistema antigo e que a tecnologia defasada traz um problema enorme aos negócios, reduzindo a eficiência da empresa e tornando-a menos competitiva em relação aos concorrentes.
Foi nos anos 90 que gerentes preocupados com o bug Y2K, conhecido como bug do milênio, um erro na lógica de programação de alguns softwares que ameaçava a segurança, compraram boa parte das implementações de ERP que ainda estão no mercado. Alguns desses sistemas foram escolhidos para garantir a integridade das operações, mas com base em critérios retrógrados e no medo. Para os compradores era mais fácil adquirir produtos que já estavam em uso em grandes organizações de quase todos os setores que utilizar tecnologias desconhecidas. Na época, o mais importante era ter capacidade para otimizar um processo de fabricação repetitivo e de grande volume.
Mas o mundo mudou, e com ele as demandas tecnológicas e o ambiente de trabalho. Hoje, poucos fabricantes conseguem ter sucesso se concentrando em ERPs antigos, porque os ciclos dos produtos são curtos e os clientes exigentes. A busca por resultados rápidos e precisos exige um comportamento diferente das empresas. A lacuna entre os recursos das soluções mais antigas e as demandas atuais gera problemas que os fabricantes não conseguem ignorar, como a falta de informações e conectividade. Por isso, de acordo com estimativas do Gartner, um sistema de ERP deve, no mínimo, ter uma implementação federada, que permita a combinação flexível de soluções pontuais de software de adaptabilidade.
A empresa de pesquisa também considera dois pontos importantes: a tecnologia social e a mobilidade. Não tem como desassociar o ERP da experiência das redes sociais e da tecnologia móvel da era pós-pc. Gerenciar uma empresa é uma atividade colaborativa, e o mercado já percebeu os benefícios de permitir interação dos usuários. Por isso, é estimado que ainda em 2016 mais de 70% das empresas usem aplicativos de ERP associados à tecnologia social, e que pelo menos 50% das empresas permita que os usuários acessem os ERPs de um ambiente móvel.
Os fabricantes devem focar em recursos eficientes que atendam as necessidades dos negócios e permitam uma boa experiência para o usuário, diferente do que acontecia no passado. Por isso, modernizar a solução implica investir em:
Negócios sociais: os fabricantes têm muito a ganhar ao melhorar a colaboração e as conexões entre pessoas, sistemas, máquinas e outros recursos.
Análises avançadas em tempo real: os sistemas de ERP mais antigos adotam uma abordagem de retrospectiva para a geração de relatórios e análises, permitindo extrair informações sobre transações que já aconteceram. As soluções atualizadas oferecem análises em tempo real e permitem que as empresas atuem de forma analítica, sabendo, por exemplo, quais devem ser os próximos passos.
Arquitetura flexível: uma solução moderna precisa oferecer flexibilidade para integrar e configurar os recursos necessários. Isso só deve acontecer se o sistema for construído em uma arquitetura que funciona como a Internet, com conexões flexíveis e padrões abertos, que permitem a personalização do sistema. É importante ter em mente que um sistema de ERP moderno deve trazer benefícios à empresa, como a inovação focada no cliente, melhoria dos processos comerciais e colaboração na cadeia de fornecimento.
(Fonte: Lisandro Sciutto, Diretor de Produto para a Infor LATAM).

Tv na internet: vídeo online como forma de comunicação e monetização para seu negócio

Gustavo Caetano (*)

Não é preciso muito para perceber que o futuro do mercado gira em torno da união da internet e dos vídeos online

Nos últimos anos, vimos uma verdadeira revolução tecnológica acontecer. Presenciamos inovações sendo colocadas em prática em diversos segmentos e a TV na internet é o exemplo de um dos setores que apresentaram uma evolução positiva por meio da combinação e aplicação correta de ferramentas tecnológicas que atualmente temos à disposição.
Se tratando de hábitos de navegação, o estudo de consumo de mídias realizado durante o ano passado pela Secom, Secretaria de Comunicação Social, afirma que em média 36% dos usuários assistem vídeos online e TV na internet. De acordo com uma pesquisa da Cisco, empresa especializa em analisar como as pessoas se conectam, o consumo mundial de vídeos na Internet em 2015 representou cerca de 80% de todo o tráfego de consumo de internet, acima dos 64% em 2014. Além disso, a expectativa do mercado é que a taxa de penetração cresça em 87% até 2018, totalizando 149 milhões de espectadores de vídeo.
Na minha opinião, dados como esses mostram uma total interação de telas, e comprovam que nos dias atuais, o vídeo online se tornou o carro-chefe dos negócios. A internet e a TV se fundiram em uma só e agora todo o conteúdo que temos na tela da TV pode ser transferido para o ambiente online, criando uma ponte com infinitas possibilidades, conteúdos de nicho, novas formas de produção, mais informal e com menor investimento. De acordo com a pesquisa do Conecta Brasil, plataforma que estuda hábitos e costumes dos internautas brasileiros, devido à essa fusão, houve um aumento do uso das multitelas pelas pessoas. Hoje, 88% delas assistem TV e utilizam seus smartphones ao mesmo tempo.
Agora vamos analisar. O número de espectadores online cresceu 39% no segundo semestre de 2014, quando comparado ao ano anterior, e as marcas chegam a apresentar aumento de engajamento de até 90% por usar vídeos. Para se ter uma ideia, três em cada quatro profissionais e executivos de marketing afirmam que esperam ter conteúdo em vídeos online na sua programação nos próximos três a cinco anos. Portanto, para se diferenciar e atingir a audiência certa, é preciso produzir conteúdo premium, focado em um nicho, altamente relevante e com qualidade.
Por meio de plataformas profissionais de vídeos online, é possível mensurar o crescimento e comportamento da audiência. Além disso, algumas delas oferecem tecnologia de ponta, segurança, estabilidade, inovação, crescimento em escala e monetização do conteúdo na internet, pelo modelo de assinaturas ou com uma rede de anunciantes, potencializando os seus ganhos com esse novo modelo de negócio.
Empresas de todos os portes têm destinado boa parte de seu bugdet para vídeos online e investido em TV na internet. Esse, com certeza, é um mercado aquecido e em franco crescimento. Como eu disse, o caminho é produzir conteúdo em vídeo e de alta qualidade, gerar engajamento e apoiar-se em uma plataforma capaz de distribuir e transformar a sua audiência e receita para o seu negócio.

(*) É CEO da Samba Tech, que ajuda centenas de empresas a se comunicar melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa Transmissão ao Vivo e TV na Internet cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Através da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade.

 
 
 
 
 
 
 

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