Tecnologia 06/05/2016

Seis estratégias na migração para a nuvem

Como estruturar empresas para a migração de informações para a nuvem?

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Juarez Araújo (*)

A nuvem (cloud) é hoje um símbolo da internet, e como permite uma grande capacidade de armazenamento de computadores e servidores compartilhados por meio da rede, realizar a migração de informações e dados para a nuvem (cloud), é uma estratégia cada vez mais adotada pelas empresas e gestores de tecnologia. Ela vai de encontro a uma das principais preocupações atuais dos CIO´s das empresas: a redução de custos. No entanto, é imprescindível pensar no passo a passo.

Para realizar o início dessa “jornada para a nuvem”, é necessário conhecer os detalhes e os números do seu ambiente de TI, ou seja:

1.Realizar um bom e atualizado inventário de hardware e software
Números reais de comportamento da infraestrutura, consumo e uso de métricas de performance e acessos, segurança da informação e um dedicado capacity planning (planejamento de capacidade), são algumas das etapas essenciais para qualquer migração com excelência.

2. Avaliar quais são os tipos de dados armazenados
Segregá-los por nível de importância para a empresa, distribuindo os recursos de acordo com as necessidades e sempre visando atender da melhor maneira os SLAs (Service Level Agreement – tempo permitido de desligamento) de todas as aplicações e serviços contidos no portfólio de TI.

3. Definir o tipo de nuvem que será utilizada
Inicialmente, pode-se realizar a virtualização dos equipamentos físicos, passando por uma Cloud Híbrida (virtualização de ambientes utilizando tanto uma rede interna quanto a internet), e posteriormente por uma Cloud Privada (virtualização de ambientes em uma rede privada, como uma rede empresarial) ou Pública (virtualização de ambientes pela internet), sendo que todas elas permitem o melhor aproveitamento, distribuição, criação rápida e possibilidade de ajustes de novos recursos.

4. Definir o tamanho dos recursos a serem utilizados
A computação em nuvem nos fornece um fácil e ágil escalonamento, permitindo-nos adequar a quantidade de recursos computacionais de acordo com o real e atual consumo. Esse escalonamento gera redução de custos, melhora na performance e garante a estabilidade e confiabilidade no novo ambiente.

5. Como será monitorada a sua nuvem
É necessário lembrar também de um ponto fundamental: a monitoração. Levar em consideração o software utilizado para monitorar o novo ambiente de TI, como servidores, bancos de dados, banda de rede e o armazenamento, também contribui para que o ambiente em nuvem permaneça robusto e confiável.

6. Escolha um parceiro de confiança
Para realizar essa jornada para a nuvem, você deve contar com uma empresa especializada e certificada, que irá avaliar qual o tipo de nuvem mais indicado aos negócios e dados da empresa, além de uma topologia e arquitetura bem estudada, permitindo à empresa operar da melhor maneira possível e atendendo com excelência a necessidade de negócios.

Quanto mais estudamos um ambiente, mais descobrimos suas exigências, suas necessidades, quais são as aplicações que requerem maior capacidade de recursos em sua infraestrutura, e quais são os candidatos a serem migrados para a nuvem. Assim, sua empresa mantém uma boa organização, mas principalmente, estruturação de informações essenciais ao desenvolvimento.

(*) É Diretor comercial da DBACorp.

Mais informação em apenas um aplicativo

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Com a correria do dia a dia, está cada vez mais difícil acompanhar e entender tudo que está acontecendo no Brasil e no mundo. Pensando nisso, alguns aplicativos para mobile reúnem em apenas um aplicativo os principais destaques do dia, assim, os leitores se informam em segundos entre uma reunião e outra, esperando o sinal abrir, no elevador ou nos momentos de espera do café.
Entre os principais aplicativos, o destaque fica para o SpumeNews, com um software que utiliza inteligência similar à humana para identificar os principais textos dos portais de notícias, blogs e redes sociais, consegue identificá-los por assunto e te ajuda a entendê-los destacando as palavras-chave. SpumeNews tem fácil navegação, é intuitivo, lê e interpreta mais de 200 mil notícias por dia, são 24 horas de informação que você entende em 24 segundos.
O Aplicativo é gratuito e está disponível para download nas plataformas iOS e Android e o único do mundo capaz de fazer uma real mensuração dos assuntos mais comentados nas redes sociais. As notícias são dividas em categorias como: Política, “o que + se fala hoje”, Futebol, Celebridades, Mundo, Tecnologia, entre outras.
Além do SpumeNews, outros aplicativos que compilam notícias são:

APLICATIVOS
SpumeNews – Aplicativo que ajuda os usuários a se informarem de maneira rápida e eficiente, de fácil navegação, com inteligência similar à humana para identificar os principais textos dos portais, sites de notícias e redes sociais, identificá-los por assunto e te ajuda a entendê-lo destacando-as palavras-chave. O app lê e interpreta mais de 200 mil notícias por dia.
Disponível: Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=com.spumenews.app.d&;hl=pt_BR
iOS – https://itunes.apple.com/br/app/spumenews-noticias-do-brasil/id986178510?mt=8

Flipboard – Este aplicativo é como uma revista personalizada em que os usuários acessam para ler as principais notícias e selecionar os assuntos de seus interesses para seguir. Tem fácil manuseio e bom visual.
Disponível: Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=flipboard.app&;hl=pt_BR
iOS – https://itunes.apple.com/br/app/flipboard-sua-revista-social/id358801284?mt=8

Notícias do Brasil – Este aplicativo propõe manter seus usuários informados e atualizados sobre tudo que está acontecendo no País. Permite que o cliente faça download dos artigos e possibilita leitura off-line.
Disponível: Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=com.at.notcias.de.brasil&;hl=pt_BR
iOS – https://itunes.apple.com/br/app/noticias-do-brasil-esportes/id782970950?mt=8

Inst News – Aplicativo que permite que os usuários leia as últimas notícias do Brasil e do mundo baseado nas melhores fontes e postais sobre os principais assuntos do momento.
Disponível: Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=com.lskj.news&;hl=pt_BR

Newsdaily – Aplicativo que disponibiliza de maneira rápida as principais notícias do País. O app tem fácil visualização dos textos e possibilita salvar itens direto para o celular.
Disponível: iOS – https://itunes.apple.com/br/app/newsdaily-ultimas-noticias/id576210200?mt=8

A rede: ainda a base da TI

Leon Adato (*)

Um manual sobre o gerenciamento eficaz da rede empresarial – há tempos o elemento fundamental ao sucesso da TI – agora e no futuro

Gerenciar uma rede empresarial moderna não é indicado para quem sofre do coração: com mais dispositivos na rede, a ameaça sempre presente da violação de dados e os desafios trazidos por tendências como redes definidas por software (SDN), a Internet das coisas (IoT) e a nuvem (o que inclui a TI híbrida), os administradores de rede de hoje estão sob mais pressão do que nunca. Ainda assim, mesmo com tudo isso em jogo (e, em alguns casos, por causa disso), o desempenho da rede ainda precisa ser mantido nos mais altos padrões.
Em suma, a rede sempre foi e continuará sendo a base da TI como a conhecemos. A questão é: como gerenciar essa base não apenas para enfrentar os desafios do presente, mas também os que surgem no horizonte?

Um breve histórico da rede empresarial
Antes de responder a essa pergunta, pode ser útil reexaminar a evolução da rede empresarial moderna – passado, presente e futuro – o que ilustrará o motivo pelo qual a rede é (mais do que nunca) a base da TI.

Passado
Na década de 1980, alguns de nós viram computadores pessoais conectados a LANs se tornarem populares. Naquela época, linhas dedicadas ponto a ponto eram usadas para conectar LANs que não estivessem na mesma localidade, e havia diversas opções de preços disponíveis para diferentes velocidades de conexão.
No início da década de 1990, o serviço de Frame Relay foi introduzido. Ele oferecia custos mais baixos de WAN, menos conexões físicas (ou seja, menos para gerenciar), além de oferecer opções mais baratas de hardware de roteador do que a tecnologia ponto a ponto. A contribuição desses fatores tornou o Frame Relay uma opção muito convincente para empresas que desejavam inovar e, ao mesmo tempo, manter seu orçamento de TI.
Por fim, o MPLS (Multiprotocol Label Switching) veio em seguida ao Frame Relay, projetado pelas operadoras para proporcionar convergência de voz, vídeo e dados na mesma rede. O MPLS ganhou popularidade no início da década de 2000 e, embora tanto o Frame Relay quanto o MPLS ainda sejam usados, o MPLS emergiu como líder incontestável nos últimos anos.
Em geral, a rede era definida por uma entidade física, em sua maior parte cabeada, controlada por roteadores e switches. As conexões empresariais se baseavam em T1 e ISDN e a conectividade à Internet sempre contava com um backhaul pelo data center. Cada dispositivo de rede era um hardware de propriedade da empresa, e os aplicativos operavam em portas e protocolos bem definidos. O uso de VoIP era raro e a conectividade em qualquer lugar – quando havia – era fornecida pela largura de banda de baixa qualidade do acesso à Internet baseado em células.

Presente
Atualmente, a tecnologia sem fio está bastante disseminada – chegando, em muitos casos, a ultrapassar as redes com fio – e o número de dispositivos que se conectam sem fio à rede está estourando (pense na Internet das coisas). E não para por aí – as redes estão crescendo em todas as direções.
Alguns dispositivos de rede estão até virtualizados, o que resulta em uma mistura complexa do físico, do virtual e da Internet. As conexões empresariais são DSL/a cabo e serviços Ethernet, e o maior uso de serviços em nuvem está desafiando a capacidade da Internet em localidades remotas, sem falar na criação de problemas de segurança e política, já que nem tudo conta com um backhaul pelo data center.
BYOD (Traga seu próprio dispositivo), BYOA (Traga seu próprio acesso), tablets e smartphones predominam e estão criando problemas de capacidade de largura de banda e segurança. Além disso, a visibilidade de aplicativos com base em porta e protocolo é praticamente impossível, devido ao túnel de aplicativos via HTTP/HTTPS. Por fim, VOIP é comum, o que também exige mais da largura de banda da rede, e o LTE proporciona conectividade de alta qualidade em qualquer lugar.

Futuro
No próximo ano, a maioria das empresas continuará migrando partes de sua infraestrutura para a nuvem, enquanto continua a manter alguns serviços críticos nas instalações. Essa realidade, conhecida como TI híbrida, está criando uma nova linguagem que os administradores precisam entender antes da transição, bem como um novo conjunto de habilidades que os administradores de rede precisam obter. Há quem a considere a mudança mais importante das organizações desde os dias do Frame Relay e do MPLS.
Além disso, à medida que as oficinas de TI exploram ofertas semelhantes à nuvem, como a rápida implantação de máquinas virtuais, cada vez mais os usuários finais esperam uma experiência parecida com a do Microsoft Azure ou do Amazon Web Services. Isso significa expectativas mais altas com relação àquilo que a TI não pode fornecer por não dispor do tempo ou dos recursos para dizer “sim”. Quando isso acontece, com frequência, os departamentos internos buscam outros especialistas que não sejam de TI na empresa que digam “sim” (estamos falando da TI das sombras) e, no processo, introduzem novas vulnerabilidades que precisam ser abordadas.
Além disso, com os milhões (senão bilhões) de novos dispositivos que deverão se conectar à rede nos próximos anos graças à IoT, estamos à beira de outro cenário semelhante ao do BYOD (embora maior). Embora a IoT ainda não seja uma realidade para a maioria das empresas, está sendo discutida e testada em muitos ambientes e, portanto, há muito a ser feito para preparar as redes antes que a adoção da IoT se dissemine.
Um pouco mais distante do que a IoT, o SDN ainda está em seu estágio inicial, mas sua presença já é relevante. A velocidade cada vez maior dos negócios exigirá uma mudança na rede, e o SDN é um componente central dessa mudança.
Gerenciamento eficaz da base da TI agora e no futuro
Voltando à nossa questão inicial – como gerenciar a rede empresarial não apenas para enfrentar os desafios do presente, mas também os que surgem no horizonte – não existe uma solução milagrosa, mas existem algumas ferramentas abrangentes e práticas recomendadas a serem consideradas que podem ajudar.

Automação
As redes já são complexas e ficarão mais complexas ainda. Ferramentas que possam ajudar a automatizar diversas rotinas de gerenciamento da rede podem aliviar bastante a carga e liberar largura de banda para se concentrar em tarefas que não podem ser automatizadas.

Monitoramento
O monitoramento é fundamental. O constante monitoramento da rede proporcionará uma visão completa do tráfego, plug-ins, mapas de calor sem fio etc., viabilizando a estabilização da rede em meio à crescente complexidade. Assim como a TI híbrida, as ferramentas de monitoramento armam a TI com o conhecimento sobre quais elementos da infraestrutura faz sentido migrar, tanto do ponto de vista de custo quanto de fluxo de trabalho.

Gerenciamento de configurações
Outra ferramenta que costuma ser negligenciada é o gerenciamento de configurações. Se você puder fazer o backup de suas configurações regularmente, poderá comparar os backups recentes com os do passado para identificar mudanças na rede, localizar qualquer coisa injustificável e compreender melhor o ambiente.

Disciplina
Quando a questão é segurança, não existe uma única ferramenta que solucione todos os riscos – existe uma variedade delas. Em vez disso, os administradores devem praticar a disciplina e mantê-la em todas as funções da rede. É importante proteger a rede, ser aplicado e garantir que os invasores não tenham a oportunidade de causar mais problemas.
Pilote logo e pilote com frequência
A nuvem híbrida pode agregar alguns novos custos e, portanto, os administradores de rede devem se envolver logo nessas discussões. Além disso, eles devem pilotar criteriosamente.

Trate os usuários finais como colegas, não como clientes
A TI das sombras está acontecendo porque os departamentos internos acreditam que serão bloqueados pela TI. A melhor abordagem é ouvir honestamente as solicitações, avaliar a possibilidade de cumpri-las e explicar com clareza por que as demandas podem (ou não) ser atendidas, ou o que seria necessário para executar uma solicitação. Esteja disponível e seja honesto, mas o mais importante é ser confiável.

Planeje o futuro
Como a IoT e o SDN estão em um futuro mais distante do que as outras tendências, ainda não temos todas as ferramentas, estratégias e processos adequados para facilitar possíveis questões (mas não se preocupe, eles virão). Mas, como sempre, os administradores de rede devem estar sempre bem-informados sobre as tendências para serem capaz de testá-las e se preparar. Embora provavelmente as formas finais da IoT e do SDN ainda não tenham sido estabelecidas, pelo menos você saberá o suficiente para começar.

Conclusão
Em suma, a rede sempre foi e continuará sendo a base da TI. É mais importante que nunca garantir o desempenho ideal da rede. Seguir estas sugestões pode ajudar a garantir que isso seja possível agora e no futuro.

(*) É gerente técnico da SolarWinds

 
 
 
 
 
 
 
 

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