Roupas digitais: em breve você também terá uma

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AI/Juliana Cunha

Não, você não vai encontrar estas peças em guarda-roupas ou em armários, nem estarão expostas para venda nas grandes lojas do setor, mas certamente farão parte da sua vida em um futuro nada distante. Exemplo disso são os modelos vendidos pela empresa Dress-X, fundada no ano passado pelas ucranianas Daria Shapovalova e Natalia Modenova. Elas criaram a Semana de Moda de Kiev onde apresentaram essa novidade.
Segundo a influenciadora Juliana Cunha, especialista no assunto, essas roupas “é um dos recursos permitidos pela inserção da moda na realidade virtual, sendo algo cada vez mais comum para profissionais deste seguimento”.
À primeira vista, Juliana conta que tais peças “passam um ar futurista, lembrando até a estética usada na série ‘Black Mirror’. As roupas digitais, criadas através de programas de computador, apresentam novos interesses de produção, venda e consumo da moda nesta terceira década do século XXI”.
A novidade já está aí e rendendo muito dinheiro para seus criadores, lembra a influenciadora. “Para se ter ideia, no ano passado um vestido de pixels ficou famoso depois de ser leiloado em Nova York por US$ 9.500, ou mais de R$ 53 mil na cotação atual. A peça foi criada pela marca holandesa The Fabricant, especializada em vestes e avatares virtuais e desenvolvedora da plataforma Leela, onde é possível criar de graça o seu ‘eu digital’. Depois disso, ela se tornou a pioneira desse mercado e hoje produz para a marca fundada pelas ucranianas”, destaca.

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