“Não conhecia impeachment de vice-presidente”
O ministro Gilmar Mendes, do STF, disse ontem (5) que nunca ouviu falar da possibilidade de impeachment de um vice-presidente da República.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, disse ontem (5) que nunca ouviu falar da possibilidade de impeachment de um vice-presidente da República.
O jornal norte-americano The New York Times deu, em sua capa de ontem (4), amplo espaço à crise política do Brasil. Com a foto da presidente Dilma Rousseff como a principal da primeira página, a publicação aborda a “rede de corrupção” que se espalhou pelo País.
Desde meados do ano passado, quando a crise política se aprofundou, até o dia 2 de abril, fim do prazo legal para mudança partidária, 24 prefeitos do Estado de São Paulo trocaram o PT por outras legendas.
A presidenta Dilma Rousseff exonerou, a pedido, Vinícius Renê Lummertz Silva do cargo de presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), nomeado em maio de 2015 pelo vice-presidente Michel Temer.
O ministro do STF, Teori Zavascki, autorizou a cisão da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS).
O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Manoel Carlos de Castro Pires, defendeu ontem (4), no Rio de Janeiro, a importância da reforma da Previdência para o país, não só para estabilizar a questão fiscal, mas também para retomar o crescimento econômico.
O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, pediu que as pessoas tenham calma durante os debates políticos. Ele disse que se preocupa com o sentimento de raiva e ódio que aflora por causa das divergências políticas e da intolerância a respeito de opções de vida de cada pessoa.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) se defendeu das acusações de ter recebido R$ 1 milhão de contratos da Petrobras para sua campanha ao Senado em 2010, conforme apontado por delatores investigados pela Operação Lava Jato, pelo que a senadora e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, foram indiciados pela Polícia Federal por corrupção passiva.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, chamou de “liquidação de fim de governo” e “feirão do petrolão” a distribuição de cargos que vem sendo feita pelo governo da presidente Dilma Rousseff para tentar manter a base de sustentação política do Executivo, diante da possibilidade de impeachment.
O enfraquecimento do mercado brasileiro de veículos levou as montadoras instaladas no País a atingirem em março o maior nível de ociosidade na produção desde 2001, quando teve início a pesquisa de sondagem da indústria da FGV.