Plataforma Os Leiloeiros visa acabar com as fraudes do setor

A pandemia de coronavírus, que começou em março, aumentou as compras e operações realizadas pela internet. Um dos setores atingidos, foi o de leilões virtuais. As vítimas fazem seus lances e acreditam estar comprando bons produtos por excelentes preços, porém acabam pagando por bens que não existem e que nunca irão receber.

Pensando em acabar com essas fraudes, Ronaldo Santoro, Founder e Head da Produtos Digitais e Tecnologia da Rede Bom Valor, lançou Os Leiloeiros, plataforma e rede social que visa trazer mais força, presença e relevância para todos os leiloeiros oficiais e casas leiloeiras. A ideia é conectar todos os envolvidos na cadeia de leilões, proporcionando sinergia e ações positivas em conjunto, além de evitar fraudes.

Ao acessar a plataforma, o interessado irá encontrar uma base pública nacional completa de leiloeiros oficiais e rurais, uma relação atualizada das casas leiloeiras no Brasil, tudo alimentado e gerido por eles próprios e com total garantia de autenticidade. A plataforma também oferece uma busca por endereço dos sites dos leiloeiros oficiais ou das casas leiloeiras com o objetivo de alertar quanto a segurança e idoneidade. Este serviço e o conjunto de dados e informações disponibilizados são fundamentais para compradores de leilão de todo o Brasil.

“A plataforma é viva e dinâmica e está empenhada em trazer muito mais união e protagonismo para a classe. Os dados e as informações são autênticas, confiáveis e transparentes, garantidas pelo uso da identidade digital da Original My e pela tecnologia Blockchain. Queremos que todos os leiloeiros do Brasil tomem posse do seu perfil na plataforma, que ocupem este espaço que foi feito para eles”, afirma Santoro.

Em tempos de Prêmio Nobel de Economia dado para autores e estudos voltados para o leilão, suas enormes possibilidades e seus efeitos, penso que Os Leiloeiros têm uma grande contribuição a dar para a classe e para a sociedade. “Não podemos deixar de mencionar o momento e o contexto atual, ou seja, o de sites de leilões falsos ou clonados”, conclui. Para saber mais, acesse: (www.osleiloeiros.com.br).

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