Culinária como fonte de renda: o que é preciso para começar o seu negócio

Giovanna Scarparo (*)

A pandemia do Covid-19 forçou muitas pessoas a iniciar seu próprio negócio para garantir o sustento, e, nessas horas, a culinária sempre domina. Independentemente da crise que o país esteja enfrentando, nunca faltam clientes para o mercado de alimentos, e hoje ficou ainda mais fácil trabalhar no meio com a ajuda dos aplicativos de entregas.

Porém, é claro que saber cozinhar bem, mesmo que seja essencial, não basta para começar um empreendimento de sucesso. O primeiro passo é decidir qual será o segmento do seu negócio. O setor da culinária é amplo e abrange uma vasta diversidade de alimentos, então é importante ter um foco (principalmente considerando que será um negócio caseiro, onde somente você irá cozinhar).

Marmitas, lanches, doces e comidas veganas são apenas algumas das opções disponíveis, então é importante avaliar previamente o que você sabe fazer melhor, quanto custa para fazer cada prato e qual seria o lucro em cada refeição vendida.
Todos sabemos que é preciso gastar dinheiro para ganhar dinheiro, então o investimento não será somente com ingredientes.

Também será preciso adquirir equipamentos adequados para dar conta da demanda, como um forno melhor ou uma batedeira planetária, por exemplo. Independentemente se você for cozinhar na hora ou deixar porções prontas para entrega, é preciso ter equipamentos de cozinha de qualidade para conseguir produzir mais em menos tempo.

Depois disso, é hora de avaliar outros pontos importantes para o empreendedor, como fornecedores, formas de entrega, embalagens, etc. Como já foi enfatizado no início deste texto, hoje em dia, os aplicativos de entregas de comida facilitaram muito a vida dos empreendedores da área, mas isso também significa pagar uma taxa proporcional para cada venda realizada.

Também existe a opção de você mesmo fazer as entregas, mas isso já exigiria dividir seu tempo entre a cozinha e o transporte, então é preciso ponderar tudo isso antes de começar a vender. Assim que todos esses detalhes já estiverem definidos, é hora de buscar a regularização, ou seja, tornar seu negócio legal. Como se trata de um microempreendimento, isso pode ser facilmente resolvido com a abertura de um MEI, que pode ser feita de forma online e totalmente gratuita no site do governo.

Além disso, para trabalhar com alimentos, também é necessário obter uma licença sanitária, que pode ser requisitada na Secretaria Municipal de Saúde mais próxima.

(*) – É Estagiária em Link Builder.

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