86% de empresas têm um cliente-chave para ajudar a manter receita

Em um momento de incertezas na economia, muitas companhias têm se dedicado um pouco mais aos clientes que possuem um maior potencial de estabilidade e que agregue na receita do negócio, como mostram os dados da Pesquisa Respostas à Crise da Covid-19, feita pela empresa de consultoria Deloitte.

Antes, apenas 42% das organizações davam preferência para os melhores clientes, já após a declaração de pandemia, emitido pela OMS, a realidade mudou, projetando para 86% o número de empresas que adotaram ou pretendem aderir um cuidado mais especial para os clientes-chave. O diretor comercial da RB, empresa de benefícios, Wilson Carvalho explica como pode ser realizada essa rentabilidade.

“Imagine que é um processo de retenção de talentos, mas, desta vez, não é o colaborador o seu alvo e sim os seus clientes, aqueles que geram e mantêm o faturamento mensal do seu negócio. Com isso, o processo se resume em, primeiramente, localizar aquele lide que tem um lucro maior para a companhia, acompanhar mais de perto o trabalho dele, identificar metas que foram definidas no passado, presente e futuro, tentando solucioná-las instantaneamente.

É necessário criar uma gestão eficiente, rápida e inovadora, por meio de um novo planejamento, analisando os riscos e oportunidades em meio à crise. Não se deve bajular, mas sim apresentar soluções, diariamente, para multiplicar os resultados que, até mesmo, nunca foram pautados ou solicitados, os surpreendendo”, diz.

Em meio à dificuldade do atual contexto econômico e social, os clientes possuem novas necessidades que precisam ser levadas em consideração pela companhia. Um dos principais é a migração, quase imediata, de grande volume de vendas dos canais físicos para os digitais, práticas já que foram realizadas ou serão em um curto prazo, como responderam as 83% empresas participantes da pesquisa.

Além das soluções de necessidades imediatas, as companhias têm que se atentar às oportunidades que a crise pode oferecer e outras atenções, como ressalta Wilson Carvalho. “É um momento complicado, reter clientes é um desafio, mas além de engaja-los o dobro, é indispensável notar as oportunidades de negócios.

Às vezes, a empresa acaba não percebendo a chance para si própria e, também, para esses clientes que são prioridades. Não se deve, também, esquecer do grupo total de clientes, priorizar alguns não é esquecer de outros”, alerta. Fonte e mais informações: (www.rb.com.br).

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