Para destravar a economia, Bolsonaro propõe pacto com Legislativo e Judiciário

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Foto: RecordTV/Divulgação

Bolsonaro quer propor um pacto com Legislativo e Judiciário.

O presidente Jair Bolsonaro defendeu um pacto entre os Três Poderes da República para a aprovação das reformas, que destravem a economia e promovam o desenvolvimento do país. “Falta nós, aqui em Brasília, conversarmos um pouco mais, discutirmos o que temos que votar em especial, e juntos fazer aquilo que povo pediu por ocasião das eleições e por ocasião das manifestações de domingo (26)”, disse o presidente em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Rede Record.
O presidente disse que conversará com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, David Alcolumbre, e do STF, Dias Toffoli, sobre esse pacto e as propostas para o país. “Acho que falta conversar um pouco mais, e a culpa é minha também, para que nós coloquemos na mesa o que nós temos que aprovar, o que também temos que revogar porque tem muita legislação que atrapalha o crescimento do Brasil”, disse.
Para ele, as manifestações de domingo foram um recado aos Três Poderes. “Então precisamos de pautas outras, de uma reforma tributária, precisamos destravar nossa economia, votar coisa que facilite você empreender no Brasil, que você tenha prazer em ser patrão e dessa maneira apareçam empregos para tirar o Brasil da ociosidade que se encontra”, disse.
Sobre a articulação política para a aprovação das reformas, em especial a da Previdência, Bolsonaro disse que, na medida do possível, tem recebido parlamentares em seu gabinete e mantém o diálogo com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre para destravar as pautas governistas. “Eles têm essa vontade também, mas alegam, em parte, que têm o problema de algumas lideranças que pensam de maneira contrária”, disse o presidente, destacando a autonomia do Parlamento.
Bolsonaro falou ainda de suas intenções de dar mais liberdade aos estados para legislarem sobre questões específicas, reformando a Constituição no que for possível. “Gostaria que cada estado tratasse do seu código penal, da sua legislação ambiental, do seu código de trânsito. Gostaria que eles tratassem desses assuntos e, assim sendo, deixar a União pensar naquilo que é mais importante no macro, e essas coisas um pouco menores fiquem para os estados”, disse (ABr).

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