Economia 27/09/2016

Cresceu o setor de serviços de turismo e hospedagem

Realização de eventos cresceu 8,1% no primeiro semestre em São Paulo.
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O faturamento real do setor de serviços de turismo, hospedagem e eventos na cidade de São Paulo atingiu R$ 768,5 milhões em junho, crescimento de 10,0% em relação ao mesmo mês de 2015

No acumulado do primeiro semestre a alta foi de 8,1% para uma receita de R$ 3,8 bilhões. É o que aferiu a Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços, feita pela FecomercioSP.
O setor de serviços paulistano faturou R$ 21,3 bilhões em junho, recuos de 3,0% em relação ao mesmo mês de 2015 e de 3,7% no acumulado dos seis primeiros meses do ano, em termos reais. Apenas três entre as 13 atividades analisadas cresceram nesses períodos, sendo o segmento de serviços de turismo, hospedagem e eventos um dos destaques positivos.
O desempenho do turismo, segundo a FecomercioSP, reflete a capacidade dinâmica do setor de se adaptar às mudanças no cenário econômico e político, considerando a intensa movimentação turística da cidade de São Paulo nos âmbitos de negócios e eventos. A alta de 8,1% no faturamento real acumulado no primeiro semestre representa, em termos monetários, um acréscimo de R$ 287,7 milhões em relação ao mesmo período de 2015.

Mercado reduz projeção de inflação para este ano

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a projeção de inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano, de 7,34% para 7,25%. Essa foi a segunda redução seguida, na pesquisa feita pelo BC junto ao mercado financeiro todas as semanas. Para 2017, a projeção também caiu: de 5,12% para 5%. Os números saem no Boletim Focus, divulgado às segundas-feiras.
As estimativas estão acima da meta de inflação de 4,5% neste ano e em 2017. O cálculo para este ano ultrapassa também o teto da meta que tem que ser perseguida pelo BC que é 6,5%. Para o próximo ano, o teto da meta é 6%. Desde julho de 2015, os juros básicos estão em 14,25% ao ano, no maior nível desde outubro de 2006. As instituições financeiras mantiveram a projeção para a Selic em 13,75%, ao final deste ano, e em 11%, no fim de 2017. A projeção de queda do PIB, este ano, passou de 3,15% para 3,14%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi ajustada de 1,36% para 1,30% (ABr).

 

 

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