Indústria moveleira: Sebrae apresenta protocolo de segurança para garantir retomada segura

O Brasil experimenta uma fase de retomada gradual das atividades comerciais, após um longo período de isolamento social. Neste momento, donos de pequenas empresas de todo o país precisam se adaptar à nova realidade, para reabrir as portas oferecendo segurança a colaboradores e clientes. Diante disso, o Sebrae criou uma série de protocolos específicos, com dicas de procedimentos a serem implantados a fim de garantir a saúde de todos. As orientações para os donos de indústria de móveis são baseadas em normas técnicas de organizações nacionais e internacionais.

A maioria dos empreendedores acredita que, com a reabertura dos negócios, os consumidores devem voltar a comprar em até no máximo 90 dias. Para que isso aconteça, é necessário que a confiança seja retomada através de uma atuação comercial cuidadosa. Donos de indústria de móveis precisam ficar atentos, em primeiro lugar, às condições do ambiente de trabalho, cuidados com os colaboradores e precauções na relação com fornecedores. Confira, a seguir, as principais dicas que precisam ser seguidas:

Para o ambiente de trabalho:

• Fique atento aos decretos federais, estaduais e municipais.
• Organize o galpão de operações para que seja possível manter a distância de 2m entre cada pessoa.
• Dê preferência para ventilação natural, é hora de abrir as janelas para o vento circular.
• O uso do elevador, quando existir, deve ser limitado, garantindo um espaçamen¬to mínimo de 2m entre as pessoas. Recomenda-se a utilização, preferencialmente, de escada.
• Deixe à disposição dos colaboradores, em local de fácil acesso, borrifadores com álcool 70%.
• Realize a limpeza e desinfecção de objetos e superfícies que sejam tocados com frequência, utilizando água e sabão ou borrifando álcool.
• O uso de máscaras deve ser estendido a TODAS as áreas da indústria.
• Disponibilize garrafas de água para uso individual, desativando bebedouros.
• Dê preferência ao fornecimento de refeição individualizada (marmita), evitando a formação de filas e aglomerações, limitando, de qualquer forma, a utilização simultânea de, no máximo, 50% da capacidade total do local.

Para os colaboradores:

• Adote procedimentos de higienização na entrada das fábricas, disponibilizando lavatório com água e sabonete líquido, álcool em gel, toalhas de papel não reciclado, com informativo afixado em local de fácil visualização, contendo orientações de prevenção de contágio e disseminação da doença.
• Faça medição de temperatura na entrada das fábricas, impedindo o acesso de todos aqueles que apresentarem temperatura superior a 37,8º C.
• Oriente o trabalhador a evitar aperto de mão ou abraço.
• Disponibilize material educativo, como cartazes, panfletos e cartilhas contendo dicas e orientações de prevenção à covid-19. Utilizar as mídias sociais (se for o caso) e meios eletrônicos da empresa como forma de sensibilização dos funcionários.
• Oriente os colaboradores a vestirem o uniforme, ou roupa de trabalho, somente no local de trabalho. Uniformes, EPIs e máscaras não devem ser compartilhados e devem ser constantemente trocados e higienizados.

Cuidados com motoristas, fornecedores e terceirizados:

• Visitas de arquitetos, projetistas, designers, varejistas e profissionais da indústria de máquinas e equipamentos deverão ser autorizadas e planejadas com antecedência e todos deverão adotar os mesmos procedimentos sanitários previstos neste documento.
• Motoristas devem limpar a cabine do caminhão várias vezes ao longo do dia. Concentre-se especialmente nas maçanetas internas e externas, no volante e no painel. É importante desinfetar as mãos com álcool ao entrar e sair da cabine do motorista. Alternativamente, lave as mãos com água e sabão.
• Use máscara quando estiver fora do caminhão e, se obrigatório o contato mais próximo com outras pessoas, coloque luvas para manusear equipamentos e/ou documentos (principalmente os de uso comum) dentro das instalações.
• Fique na cabine do motorista sempre que possível e permitido, enquanto estiver nos locais de embarque e entrega.
• Deve ser restrita a entrada e circulação de pessoas que não trabalham no parque fabril, especialmente fornecedores de materiais, que, se necessária a entrada, deve ser restrita a ambiente de descarga. A visita deve durar o menor tempo possível. Para essas pessoas, deve ser oferecida higienização das mãos com água e sabão ou álcool 70%, antes de adentrarem a área (Fonte: Assessoria de Imprensa Sebrae).

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