Cunha: aumento da carga não é consenso, mas será discutido

Em discurso durante a abertura dos trabalhos legislativos ontem (2), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, afirmou que, embora não seja consenso entre os parlamentares.

A Casa não se furtará a examinar propostas de aumento da carga tributária enviadas pelo governo para recuperar a economia brasileira. Em rápida declaração lida ao lado da presidente Dilma Rousseff, o peemedebista não tocou no assunto sobre o impeachment da petista
“A Câmara não se furtará, assim como fez em 2015, a examinar qualquer proposta originária do Poder Executivo para ajudar o País a recuperar sua economia, embora não seja consenso, nem nesta Casa, nem na sociedade, que o aumento da carga tributária seja solução para saída da crise”, afirmou em discurso ao lado de Dilma e do presidente do Senado, Renan Calheiros. “Caso as citadas propostas sejam colocadas, serão apreciadas e o debate democrático será feito”.
Cunha afirmou que 2016 será um ano difícil para o País, diante da piora da crise econômica, do aprofundamento da recessão e de problemas de saúde, com a epidemia do vírus zika e da dengue.
Ele disse que a Câmara estará “sempre à disposição” para construir soluções que minimizem os efeitos danosos da crise para a população brasileira. De acordo com Eduardo Cunha, o “ano de 2016 será um ano difícil”. “Portanto é necessário que o esforço de toda sociedade seja maior do que o de 2015”, disse o peemedebista (AE).

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