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IA, linguagem e produtividade para cibersegurança

em Tecnologia
segunda-feira, 26 de maio de 2025

A cibersegurança sempre está ligada ao negócio e, claro, com a IA não poderia ser diferente. 

Mas o que muitos não esperavam era a rápida evolução no nosso dia a dia. Nem mesmo os mais otimistas fanáticos da Lei de Moore acreditariam nessa velocidade.

Pois bem, a era dos assistentes pessoais – e não estamos falando da Alexa ou algo assim – estamos falando de cenários muito mais evoluídos que adaptam linguagem falada, imagens, vídeos e até sons. 

Quando olhamos essa dinâmica sob os olhos de cibersegurança, pensamos em como restringir ou limitar os usuários, só que dessa vez não será tão simples.  

Boa parte da codificação dos sistemas já está sendo elaborada por IA e logo mais precisaremos dela para entender algo feito só por ela. Então precisamos entender como aproveitar melhor essa “extensão” de nossos cérebros – afinal, nós precisamos dormir – e quem pode ficar acordado é a IA (mesmo que gaste muita energia!). 

A produtividade está em transformação, e precisamos nos adaptar para não coibir a evolução com ideias antigas de cibersegurança. SIM, precisamos repensar como manter os controles, pois quem não evoluir será dragado para um espaço perdido na escuridão da lentidão. 

Um analista que entender como utilizar os “assistentes” será mais produtivo, mas não necessariamente mais inteligente. É onde entram as tecnologias, integradores e toda a cadeia de serviços de cibersegurança. 

Agora, teremos nessa cadeira a IA protegendo outras IAs maliciosas, mas também teremos cibersegurança desempenhada em partes por uma IA. 

Cabe a nós inserirmos em nosso ecossistema a melhor cadeia de proteção HOMEM/MÁQUINA para cada tipo de negócio, unindo a inovação com o futuro da cibersegurança. Em um tempo de mudanças rápidas, os que se destacam são os que apresentam extrema capacidade de adaptação. 

(Fonte: Gabriel Rimoli, diretor de produtos e alianças da NetSecurity).