
HiPartners realiza evento pós-NRF 2026 com líderes do varejo no Cubo Itaú
@A HiPartners promove no dia 4 de fevereiro, das 8h às 13h, no Cubo Itaú, em São Paulo, um encontro exclusivo pós-NRF 2026 voltado a executivos e profissionais do varejo interessados em conhecer os principais insights do maior evento global do setor traduzidos para a realidade brasileira. A proposta do evento é ir além do resumo de tendências e discutir, com profundidade, o que de fato pode ser aplicado no curto e médio prazo pelas empresas que operam no país. A programação começa com credenciamento e welcome coffee, seguido pela abertura oficial da HiPartners. Na sequência, Eduardo Terra, sócio da gestora, apresenta uma leitura analítica dos principais aprendizados da NRF 2026, conectando temas como tecnologia, experiência do consumidor e novos modelos de negócio ao contexto do varejo nacional. O evento também reserva espaço para inovação aplicada, com o bloco Startup Hub & Innovation Lab, conduzido por Grasiela Tesser, sócia da NL (https://www.sympla.com.br/evento/hipartners-pos-nrf-2026/3240768).
Plataforma do Tecpar vai apoiar profissionais com dados de produtos com cannabis medicinal
@ O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) irá desenvolver uma plataforma integrada com informações sobre o uso de produtos derivados de cannabis medicinal. O objetivo é criar um ambiente seguro para consolidar dados clínicos, apoiar a prescrição assistida e oferecer suporte clínico a terapias com canabinoides. O projeto é fruto de um acordo de cooperação técnica firmado com a empresa Principia no final de 2025. Produtos de cannabis são aqueles que contêm derivados da planta cannabis sativa ou substâncias extraídas dela, destinados ao uso medicinal. Eles incluem, por exemplo, óleos, extratos, cápsulas, sprays, gomas, loções e flores secas, e dependem de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação ou importação. Atualmente, por não serem classificados como medicamentos, os produtos de cannabis regularizados não passam pelas mesmas etapas de comprovação de eficácia e segurança exigidas para fármacos convencionais, nem estão plenamente inseridos em sistemas estruturados de farmacovigilância. Essa condição dificulta a identificação de efeitos adversos, interações medicamentosas e resultados terapêuticos.



