Debate deixa de ser sobre pagamentos e passa a ser sobre soberania digital
Rafael Nakamoto (*) O Pix nasceu para resolver um problema doméstico: tornar pagamentos mais rápidos, baratos e acessíveis. Em menos de seis anos, porém, tornou-se algo muito maior. Hoje, o sistema movimenta cerca de R$ 40 trilhões por ano, conecta praticamente toda a população bancarizada e funciona como a principal infraestrutura de pagamentos do país. […]
