Não há elementos econômicos para proibir Uber
A existência de aplicativos de smartphones para caronas pagas, como é caso do Uber, é positiva para o consumidor e não há elementos econômicos que justifiquem a proibição desse tipo de serviço.
A existência de aplicativos de smartphones para caronas pagas, como é caso do Uber, é positiva para o consumidor e não há elementos econômicos que justifiquem a proibição desse tipo de serviço.
O ministro Teori Zavascki, do STF, prorrogou por mais dois meses os inquéritos abertos para investigar deputados e senadores citados em depoimentos de delação premiada na Operação Lava Jato.
O economista e ex-ministro da Fazenda, Armínio Fraga, classificou os casos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato, como uma “ameaça real à qualidade da democracia”, uma vez que o objetivo dos desvios seria “sustentar o poder político”.
O jornal britânico Financial Times publicou reportagem na edição impressa de ontem (3), sobre os problemas do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que qualquer governo ou ministro que defenda o aumento de impostos terá a entidade como adversária.
A Comissão de Indústria e Comércio da Câmara aprovou o projeto do deputado Nelson Marchezan Junior (PSDB-RS), que proíbe a produção, a comercialização, a importação, a doação e a distribuição de andador infantil no Brasil.
Na acareação promovida ontem (2), em Curitiba, pela CPI da Petrobras entre o ex-executivo da Toyo Setal, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, apenas Mendonça respondeu a perguntas.
O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, afirmou que é contra a proposta de o proprietário de veículos passar a contribuir com o financiamento do transporte público.
A procuradoria-geral da República (PGR) pediu ao STF a prorrogação do prazo de investigação em onze dos 25 inquéritos em tramitação para investigar a participação de políticos no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou que o governo descartou a criação de uma alíquota nos moldes da antiga CPMF, mas defendeu que será preciso encontrar uma solução para o financiamento da saúde.