
O mercado fitness brasileiro começou 2025 com fôlego — e tudo indica que esse ritmo deve continuar forte até o fim do ano. Cada vez mais gente está colocando a saúde como prioridade, e isso vai muito além de cuidar do corpo. A atividade física virou um jeito de cuidar da mente, da rotina e da qualidade de vida.
O Brasil continua sendo o segundo país com mais academias no mundo, segundo a IHRSA. São mais de 10 milhões de pessoas frequentando esses espaços. Mas o que realmente está mudando o jogo é o comportamento do público. O aluno de hoje não quer só malhar — ele busca um ambiente acolhedor, com flexibilidade, propósito e que se encaixe no seu dia a dia.
Esse movimento está conectado a uma tendência global: uma nova relação com a saúde e o bem-estar. Segundo a pesquisa “Global State of Health & Wellness 2025” da NielsenIQ, 55% dos consumidores estão dispostos a gastar mais de US$ 100 por mês com nutrição, autocuidado, saúde física e mental. Além disso, 70% afirmam estar mais proativos com sua saúde, e 57% dizem valorizar mais o envelhecimento saudável do que há cinco anos.
Quem acompanha de perto esse movimento é o Marcel Gandra, sócio e diretor de negócios da Ultra Academia. Segundo ele, o setor está passando por uma transformação importante.
“As pessoas querem se sentir bem, não julgadas. Querem saúde, não só performance. E isso muda tudo: muda a forma como se monta uma academia, como se recebe um aluno, como se pensa a experiência como um todo”, diz Marcel.
Essa mudança está abrindo espaço para diferentes tipos de academias: desde grandes redes até estúdios menores e plataformas digitais. E o melhor é que todas podem crescer — o que vale é entender o que o aluno precisa e como entregar isso com qualidade.
Na Ultra, por exemplo, a aposta é em um modelo mais acessível, acolhedor e eficiente, que tem ganhado espaço em várias regiões do país. A rede já tem mais de 200 mil alunos, está presente em 14 estados e atua com 70 unidades em operação e mais de 150 contratos assinados.
“Existe uma nova geração chegando nas academias. Gente que, até pouco tempo atrás, nem se via nesse lugar. O setor tem a chance de abraçar esse público e crescer de forma muito mais ampla. Mas, pra isso, precisa mudar junto com ele”, completa Marcel.
Se quiser conversar com o Marcel sobre esse novo momento do mercado fitness, ele está à disposição. Pode falar sobre tendências, comportamento do consumidor, oportunidades para o segundo semestre e como o setor pode crescer de forma mais inteligente e conectada com a realidade das pessoas.


