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Mundo ESG 13/08/2026

em Mundo ESG
quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Agenda Energética

Setores da economia, nacional e internacional, ocupam-se da transição energética, investindo na mudança para atender as novas necessidades de mercado. E o naval é um deles. Por isso a 20ª edição da Navalshore estará imperdível para quem acompanha estas atividades. Evento reunirá empresas de diferentes elos da cadeia naval e offshore, de estaleiros e sociedades classificadoras a fabricantes de sistemas de propulsão, automação, tintas, equipamentos de convés, comunicação e serviços especializados. A relação inclui fornecedores brasileiros e grupos internacionais, com destaque para companhias da China, Alemanha, Japão, Noruega, Suécia, Itália, Reino Unido, Países Baixos e Estados Unidos. Com patrocínio Master da Transpetro, a feira e conferência será realizada de 18 a 20 de agosto, no ExpoRio, no Rio de Janeiro.

Propulsão e Eletrificação

Ainda sobre a 20ª Navalshore, destaque-se o maior conjunto de expositores concentrado em propulsão, motores, automação, eletrônica embarcada, geração de energia e conectividade. Entre as empresas relacionadas estarão por lá ABB, Kongsberg Maritime, Wärtsilä Brasil, Volvo Penta, Rolls-Royce Solutions Brasil, Schottel do Brasil, Voith, Vulkan, Reintjes do Brasil, Yanmar, Weichai Group, MWM, Böning Ship Automation, JRC, Radio Holland, Radiomar Eletrônica Naval, Marlink, Waypoint e WEG. Esse segmento é relevante para um ciclo de recuperação baseado em maior conteúdo tecnológico embarcado. Sistemas de manobra, propulsão, controle, navegação, conectividade e monitoramento são componentes centrais tanto em embarcações novas quanto em projetos de retrofit, reparação e conversão navalshore.com.br .

Resíduos Sólidos

Atualmente, o Brasil recicla 97,3% do alumínio, mas perde R$ 14 bilhões por ano por reciclar menos de 9% de resíduos sólidos, apontam dados da Yattó e Abrelpe. A empresa de economia circular destaca que, em média, as cooperativas nacionais consideram 40% do material recebido como “rejeito”, mas que espera mitigar o cenário com o uso de tecnologia. O levantamento da Yattó revela que embalagens plásticas flexíveis foram apontadas como rejeito em 66% das visitas realizadas nas organizações de reciclagem brasileiras, seguidas por bandejas de PET (49%) e isopor (41%).

Trunfo do Etanol

Com 273 mil veículos amontoados nos pátios de montadoras, uma projeção de 500 mil unidades importadas até o fim do ano e a pressão por novos ciclos de desenvolvimento (mais curtos), a indústria automotiva opera sob reconfiguração estrutural, no país. O diagnóstico de um mercado em intensa mutação foi amplamente debatido no 23º Fórum SAE Brasil da Mobilidade (Seção PR/SC), realizado na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), em Curitiba. O evento reuniu a cadeia produtiva para mapear estratégias de competitividade e expansão baseadas em engenharia local, descarbonização e adaptação tecnológica. Em meio a tantas discussões, ganhou destaque um trunfo que pode colocar a indústria automotiva brasileira na vanguarda da sustentabilidade global: o etanol.

Mundo ESG 11/05/2026 | Jornal Empresas & Negócios