O que esperar do mercado financeiro para esse ano?

O ano passado ficou marcado para os investidores brasileiros com a chegada da pandemia ao país. O mercado financeiro sofreu diversos impactos com a rápida propagação do vírus. Alguns ativos brasileiros perderam a atratividade para investidores estrangeiros, o dólar bateu recordes histórico, além da Bolsa de Valores brasileira ter registrado seis circuit breakers em um mês.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 3% até chegar a 2%, sendo o menor patamar da taxa básica já registrado. Com essa queda, muitos investidores tiveram que migrar para a renda variável em busca de rentabilidade e novas oportunidades no mercado.

Para Ricardo Czapski, assessor de investimentos da WFlow – escritório Private especializado em Assessoria Financeira e Patrimonial credenciado à XP Investimentos – com as novas descobertas sobre o coronavírus e a chegada da vacina em diversos países, a expectativa é de uma recuperação no mercado financeiro.

“Com o início da vacinação nos países, esperamos que com o tempo o mundo volte à normalidade e que haja uma recuperação econômica em breve. Apesar dos desafios do ano passado, a B3 registrou entrada recorde de investidores estrangeiros, sendo algo muito positivo em meio as incertezas econômicas no Brasil”, afirma Czapski.

Para quem está se preparando para começar a investir esse ano, é importante montar uma reserva financeira para lidar com possíveis imprevistos e ter mais tranquilidade caso o mercado mude de direção. Respeitar o perfil de investidor deve ser fundamental no momento de aplicar no mercado financeiro, dessa forma será possível atingir seus objetivos sem correr riscos.

“Com a taxa de juros baixa, será preciso buscar por investimentos a longo prazo, mantendo a diversificação nas aplicações para equilibrar a carteira de ativos. Dependendo do perfil do investidor, os investimentos no exterior podem ser uma alternativa mais rentável, lembrando que, é necessário avaliar a aplicação ou até mesmo contar com o auxílio de uma assessoria de investimento especializada para fazer uma escolha assertiva”, finaliza Ricardo Czapski. Fonte: AI/Pillares RP.

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