As motivações do brasileiro para mudar de emprego

Em um ano de incerteza econômica e de oscilação de vagas no mercado de trabalho, a Intera, HRtech de recrutamento digital, mapeou os principais anseios que têm levado os profissionais a mudarem de empregou ou área este ano. Com mais de uma alternativa para escolher, o levantamento contou com a participação de 23.689 mil profissionais em todo Brasil. A faixa etária dos participantes compreende entre 18 a 64 anos. Dividida por gênero, 66,2% dos respondentes são homens e 33,8% mulheres.

Entre as principais motivações que apareceram foram (53,11%) manifestaram o desejo em trabalhar em uma outra empresa que atue em outra área, (47,16%) querem sentir o desafio de trabalhar em uma nova empresa e (34,34%) disseram sentir falta de oportunidade de crescimento no emprego atual.

Além desses motivos, o levantamento também mostrou que para (16,93%) existe o interesse em trabalhar em empresa maior, (13,91%) vislumbram mudar de setor ou de área de atuação, (8,02%) assinalaram que o salário atual não corresponde ao que o mercado oferece, (6,94%) desejam receber mais benefícios e (1,14%) desejam trabalhar em uma empresa menor.

O fenômeno do trabalho remoto evidenciou a porcentagem de vida que dedicamos diariamente ao trabalho. E isso provoca questionamentos sobre o quanto o seu trabalho atual vale a pena diante do que é importante para si. Cerca de 7,9 milhões de brasileiros estão desempenhando suas funções profissionais de casa.

“Abre espaço para questionar se o problema/causa que a empresa se propõe a solucionar e se faz sentido para si, ou se a área que atua é essa mesma que gostaria de estar atuando, uma vez que, boa parte do tempo que se tem, é dedicado para tal. Percebemos que as pessoas estão muito mais dispostas a buscar e saber de oportunidades do que o período antes da pandemia”, afirma Paula Morais, cofundadora da Intera, HRtech de recrutamento digital.

A executiva conta que, em 2020, muita gente ficou com receio de perder o emprego, da economia não ajudar, e foram mais conservadores na tomada de decisão sobre uma transição de carreira/empresa, optando pela opção mais segura naquele momento. “Em 2021, já sentimos uma abertura muito maior por parte das pessoas, inclusive maior do que o período anterior a circunstância da pandemia”, finaliza.

A Intera tornou-se, em pouco tempo, o braço estratégico de grandes empresas da nova economia, como iFood, Creditas, Quinto Andar, Ebanx, Cargo X, Hotmart, Pipefy, Contabilizei, além de empresas já consolidadas no mercado a exemplo do Itaú, Ambev, Grupo Boticário, Kroton, Via Varejo, Gerdau, TOTVS, Brasilprev, dentre outras. Recentemente, um grupo de investidores anjos injetou R$ 2,5 milhões na startup, cujo valor será aportado em tecnologia, na ampliação do time de vendas e desenvolvimento do produto para escalar a solução.

Com o propósito de ajudar as empresas a atrair e contratar talentos, a Intera desenvolveu um método próprio de recrutamento eficiente que utiliza inteligência de dados e trabalha em cima da previsibilidade de resultados. A ideia é fisgar os melhores profissionais para vagas complexas, considerando habilidades técnicas, fit cultural e outros aspectos. O Hunt Hacking — um método de atração de talentos (hunting), criado pela própria Intera, combina tecnologia de dados, automações e estratégias online. – Fonte e outras informações: (https://byintera.com/).

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