O setor de moda lidera em vendas no e-commerce

O setor de moda é um dos segmentos que mais cresce no mercado. Segundo levantamento realizado pelo Sebrae com dados da Receita, milhões de brasileiros abriram um negócio ligado à moda em 2020 e 2021.

No mercado global de e-commerce, o faturamento do setor com vendas de itens de roupas e acessórios é de US$ 525 bilhões anualmente. Além disso, cresce, em média 11,4% por ano e a expectativa de faturamento para 2025 é de US$ 1 trilhão. Para Marina Ballester, chefe de experiência do cliente da Loja Integrada — plataforma para criação de lojas virtuais – com mais de 2,5 milhão de lojas criadas, o interesse do consumidor neste segmento está ligado à facilidade de encontrar produtos.

“O e-commerce se transformou em uma ferramenta útil. Não é preciso gastar tempo pesquisando, procurando determinada peça em diversas lojas físicas. Ele ajuda a consumidora economizar”. Marina dá algumas dicas para os empreendedores virtuais que querem entrar para o e-commerce de moda ou melhorar a taxa de conversão da loja. Confira:

  1. – Medida – O consumidor virtual precisa quebrar o paradigma de que é preciso experimentar a peça para comprá-la. Por isso o ideal é que além de usar as conversões P, M, G ou 38, 40, 42, ele tenha uma tabela de medidas para que o consumidor possa usar uma fita métrica e visualizar exatamente como ficará a peça no corpo. No site da loja deixe um manual de como tirar as medidas do busto, cintura, quadril, braço, ombro e perna.
  2. – Cores e tecidos – Na descrição do produto é importante destacar as cores reais da peça. Alguns monitores distorcem as imagens e acabam alterando sua cor. Além disso, especifique os tecidos utilizados para evitar contratempos com possíveis alergias ou ressalvas a determinado material.
  3. – Fotos – Invista em fotos de qualidade. O ideal é mostrar o produto em diversos ângulos e também no corpo de um modelo para que o consumidor tenha ideia de como é o caimento.
  4. – Entrega – Muitos empreendedores virtuais vendem produtos importados e acabam pecando com o cliente na hora de informar o tempo de entrega. Deixe claro na descrição do produto a origem dele e o prazo médio de entrega, para que não haja expectativa. “O ideal é que o empreendedor sempre anuncie o produto que já está em estoque para não depender de outro fornecedor e acabar ultrapassando o prazo de entrega”, explica Marina.
  5. – Proteção ao consumidor – Deixe claro as regras de troca e devolução. Segundo o Estatuto do Consumidor, o cliente tem até sete dias corridos após a entrega da peça para fazer a devolução por arrependimento. Algumas lojas aumentam esse tempo para 10 dias, dependendo da peça. Em caso de troca, deixe claro quais são as medidas que devem ser tomadas e qual o papel do consumidor e do lojista. – Fonte e outras informações: (www.lojaintegrada.com.br).

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