Lições que a pandemia deixa para pequenos e médios empreendedores

Com as pessoas passando a maior parte do tempo em casa, além de outras medidas mais restritivas referentes ao isolamento social, muitas empresas de pequeno e médio porte foram obrigadas a encerrar suas atividades durante a pandemia. O governo disponibilizou no último mês mais R$ 12 bilhões para o Pronampe, além dos R? 15,9 bilhões que já haviam sido direcionados para essa linha de crédito. Para as empresas não basta o incentivo financeiro, é o momento de repensar as práticas do negócio e inovar nos processos.

Para comemorar o ‘Dia do Administrador’, nesta qurta-feira (9), e tendo em vista o cenário nada favorável para aqueles que ainda empreendem no Brasil, a coordenadora do curso de Administração da Anhanguera Vila Mariana, Flavia Werner, elencou as três principais lições que a pandemia pode ensinar aos pequenos e médio empreendedores e seus negócios.

Esses pontos resumem algumas orientações e dicas, como sendo uma alternativa prática para quem quer ver sua empresa saindo mais forte depois dessa crise sem precedentes:

  1. – Fazer do limão uma limonada – Muitas mudanças impactaram diretamente os negócios: a distância deixou de ser um problema, o Brasil viu as empresas de todos os setores adaptarem o modus operandi de produção e venda, e, por mais incrível que possa parecer, os frutos só foram positivos. O e-commerce passou a ser obrigatório para o cliente e, em paralelo, a inovação passou a fazer dos processos de uma empresa.

Além disso, as relações de trabalho precisaram ser repensadas e os recursos otimizados. Mesmo em meio a tantas mudanças e adaptações que se fizeram necessárias, o administrador não deve enxergar esse novo cenário como um problema – mesmo que pareça desafiador, o momento precisa ser encarado como um mundo de oportunidades se abrindo.

  1. – Muita gente talentosa desempregada – É hora de investir em conhecimento e não em infraestrutura. Pessoas são o bem mais precioso de qualquer organização e agora é a melhor hora para contratar grandes talentos que estão dispostos a negociar, seguindo a regra clássica da oferta e demanda. Nenhuma máquina tem a melhor ferramenta para superar uma crise: criatividade. E convenhamos que o brasileiro tem muitas vantagens, quando a expertise que procuramos é a capacidade de inovar e enxergar uma saída.
  2. – Atração de novos clientes – É triste, mas é a realidade. Com a concorrência mais baixa devido aos inúmeros fechamentos e falências de empresas, este é um ótimo momento para a prospecção de novos clientes, além de, claro, manter os que já são fiéis. É o momento para dar atenção aos detalhes, oferecer uma experiência de compra impecável do começo ao fim e tratar de perto essas pessoas que vão conhecer seu negócio. O atendimento de excelência pode sim ser a principal solução para salvar uma empresa depois dessa crise.

Fonte e mais informações, acesse: (www.anhanguera.com).

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