Lazer e Cultura 16/03/2016

Missão

A perda da ancestralidade e das tradições é o tema do novo espetáculo do Teatro do Incêndio: “O Santo Dialético”.
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A peça “O Santo Dialético” integra o projeto A Teoria do Brasil e aborda a ancestralidade e a identificação pessoal

Com 15 atores em cena, que circulam por vários ambientes seguidos pelos espectadores, a montagem se passa na correria de uma metrópole. São seis histórias contadas, como a de uma moradora de rua que se torna voluntária de uma missão humanitária após sofrer uma overdose e a de uma mulher que vira prostituta após ser abandonada pela mãe. Durante a apresentação, o diretor Marcelo Marcus Fonseca cozinha pratos típicos brasileiros (como feijoada e acarajé), que serão servidos ao público por um preço à parte, caso queiram jantar por lá.

Serviço:Teatro do Incêndio, R. 13 de Maio, 53, Bela Vista, tel. 2609-3730. Sábados às 20h e domingos às 19h. Ingressos: R$ 5 (jantar opcional: R$ 20 a R$ 40). Até 17/04.

REFLEXÃO

CARIDADE PARA CONOSCO

Não nos esqueçamos de que há também uma caridade que devemos a nós mesmos, a  fim de que a caridade que venhamos a praticar, à frente do mundo, não se  reduza a mera atitude de superfície. Caridade que nos eduque no espírito do Senhor, cuja Doutrina de Luz  abraçamos com o pensamento e com os lábios e que, pouco a pouco, nos cabe  esposar com toda alma e coração. Para exercê-la é preciso saibamos: Perdoar as faltas alheias sem desculpar-nos; Cooperar nas boas obras sem aguardar a colaboração do companheiro; Ajudar os que nos cercam sem esperar que nos retribuam; Dar do que temos e detemos sem cobrar o imposto da gratidão; Iluminar o caminho que nos é próprio, aprendendo a vencer as sombras que  ainda se nos adensem ao redor; Calar para que outros falem; Defender os outros, sem procurar defender-nos; Humilharmo-nos, sem pedir que os outros se humilhem; Reconhecer nossas falhas e corrigi-las; Servir sem recompensa, nem mesmo a da compreensão que nos remunera com o  salário do reconforto; Trabalhar incessantemente, sem aguardar aguilhões que nos constranjam ao  desempenho dos deveres que nos competem; Sentir no irmão de experiência necessidades e dores iguais às nossas, para  que a vaidade não nos induza à cegueira; Considerar a bondade constante do Senhor que opera sempre o melhor, em nosso  benefício, e cultivar o reconhecimento a Ele, através do sacrifício, em  favor daqueles que nos rodeiam. Aperfeiçoarmo-nos por dentro é ajudar por fora com mais  segurança e como  salvar significa recuperar com finalidades justas no trabalho comum, assim  como oferecemos mão forte à árvore a fim de que ela cresça, frondeje e  produza para o bem de todos, salvando-se da inutilidade, também o Senhor nos  estende braços amigos para que nos aprimoremos, transformando-nos em  instrumentos vivos de Seu Infinito Amor,onde estivermos. (De “Atenção”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

Assassino

Ricardo Corrêa protagoniza ‘Coração Dark Room’.
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O monólogo da Cia. Artera de Teatro Coração Dark Room se baseia na obra de Caio Fernando Abreu para promover um mergulho na mente de um assassino em série. A história é sobre um garoto de programa que, lidando com a solidão de um grande centro urbano, propõe uma reflexão sobre o significado da vida e da morte.

Serviço: Funarte São Paulo, Al. Nothmann, 1.058, Campos Elíseos, tel. 3662-5177. Quartas e quintas às 21h. Ingresso: R$ 20. Até 31/03.

Jazz

O trio BadBadNotGood e Marcus Gilmore de jovens músicos canadenses, conhecido pleas improvisações na música instrumental, por mesclar jazz e hip hop e por suas colaborações com artistas como Tyler, The Creator e Frank Ocena, se apresenta com o baterista Marcus Gilmore. Esse evento faz parte da sexta edição do Nublu Jazz Festival.

Serviço: Sesc Pompeia, R. Clélia, 93, Água Branca, tel. 3871-7700. Sexta (18) às 21h30. Ingressos: R$ 15 a R$ 50.

Desamparo

Coletivo Thara Theatro.
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A comédia de humor negro O Campeão de Dominó do Alaska do coletivo Thara Theatro fala sobre um homem que está com dívidas no jogo e que, como pagamento, quer vender a mãe, vítima de Alzheimer. Equilibrando momentos cômicos e dramáticos, a peça coloca em discussão questões éticas e sociais, abordando a desesperança e o desamparo.

Serviço: Espaço Parlapatões, Praça Franklin Roosevelt, 158, República, tel. 3258-4449. Terças e quartas às 21h. Ingresso: R$ 30. Até 13/04.

Samba

O show “Desde o Tempo das Tias” é uma homenagem à figura das tias, lideranças femininas que desde o surgimento do samba urbano representam autoridades comunitárias do gênero. Sobem ao palco três sambistas de gerações diferentes, Aline Calixto, Dona Inah e Glória Bonfim.

Serviço: Sesc Belenzinho, R. Padre Adelino, 1.000, Quarta Parada, tel. 2076-9700. Sexta (18) às 21h30. Ingresso: de R$ 7,50 a R$ 25.


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