Lazer e Cultura 12/11/2015

“Guerras Desconhecidas”

mambembe temporario
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O espetáculo da Cia. Estudo de Cena “Guerras Desconhecidas” é encenado em uma barraca de teatro mambembe. Inspirada no caderno “Guerras Desconhecidas do Brasil”, escrito pelo jornalista Leonencio Nossa, a peça recupera três conflitos tupiniquins que não são lembrados pela História do país, as guerras do Pau de Colher, de São Bonifácio e do Gatilheiro. Os episódios são mostrados por líderes que fertilizam o imaginário latino-americano – Lampião, Zapata, Pantera Negra e Santa Dica. Outras referências para a criação da montagem são textos dos palestinos Edward Said e Mahamud Darwich; do peruano Aníbal Quijano; e do poeta Aimé Césaire. Com Anderson Oliveira, Cau Peracio, Juliana Liegel, Marilza Batista, Nei Gomes e Roberto Kroupa.

Serviço: Unesp (Instituto de Artes), R. Doutor Bento Teobaldo Ferraz, 71, Várzea da Barra Funda. Sábados e domingos às 19h. Entrada franca.

REFLEXÃO

ENQUANTO TEMOS TEMPO.

“… Enquanto temos tempo, façamos bem a todos…” – Paulo. (Gálatas, 6:10.) Às vezes, o ambiente surge tão perturbado que o único meio de auxiliar é fazer silêncio com a luz íntima da prece. Em muitas circunstâncias, o companheiro se mostra sob o domínio de enganos tão extensos que a forma de ajuda-lo é esperar que a vida lhe renove o campo do espírito. Aparecem ocasiões em que determinado acontecimento surge tão deturpado que não dispomos de outro recurso senão contemporizar com a dificuldade, aguardando melhores dias para o trabalho esclarecedor. Repontam males na estrada com tanta força de expansão que, em muitos casos, não há remédio senão entregar os que se acumpliciam com eles às conseqüências deploráveis que se lhes fazem seguidas. Entretanto, as ocasiões de construir o bem se destacam às dezenas, nas horas do dia a dia. Uma indicação prestada com paciência… Uma palavra que inspire bom ânimo… Um gesto que dissipe a tristeza… Um favor que renova a aflição… Analisemos a trilha cotidiana. A paz e o concurso fraterno, a explicação e o contentamento são obras morais que pedem serviço edificante como as realizações da esfera física. Ergue-se a casa, elemento a elemento. Constrói-se a oportunidade para a vitória do bem, esforço a esforço. E, tanto numa quanto noutra, a diligência é indispensável. Não vale esperança com inércia. O tijolo serve na obra, mas nossas mãos devem busca-lo. Livro Palavras de Vida Eterna – F.C. Xavier.

Exposição “Infância”

“Pião”, pintura de Dyego Costa.
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A exposição de pinturas intitulada “Infância” apresenta trabalhos de seis artistas: Alexandre Greghi, Gerson Guerreiro, Marinez Lins, Miguel Arturo, Luciano Trajano e Dyego Costa. Os seis artistas participam com pinturas onde apresentam suas visões sobre o tema da infância, sobre as brincadeiras e sobre o imaginário do universo infantil, que evocam em nós, adultos, sentimentos e lembranças diversos.

Serviço: Ateliê Contraponto, Travessa Dona Paula, 111, Higienópolis, tel. 3938-5058. De terça a sábado, das 14h às 20h. Entrada franca. Até 20/11.

Itinerante

A exposição “Uma Casa para a Xilogravura” é uma amostra do trabalho realizado pelo Museu Casa da Xilogravura,localizado na cidade de Campos do Jordão, no estado de São Paulo, que reúne obras de artistas brasileiros e estrangeiros. Em 19 painéis fotográficos é feita uma breve apresentação da coleção do museu e dos princípios da xilogravura – arte da impressão com matrizes de madeira – situando alguns dos traços distintivos da xilogravura de ilustração e da xilogravura de arte, seja em termos de técnicas e estilos adotados, seja em termos de seus usos e origens sociais, técnicas, cortes de madeira e ferramentas de trabalho.

Serviço: Escola de Comunicação e Artes (Universidade de São Paulo), Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443. De segunda a sexta das 8h às 22h. Entrada franca. Até 04/12.

DRAMA ANTES DE TUDO

A estória do drama Antes de Tudo se passa durante o inverno na capital de uma grande metrópole, no porão de um atelier, Jules está trancado há semanas para finalizar uma exposição sobre corpos pintados e carimbados sobre telas imensas. Alguns dos corpos escolhidos para esse experimento são os de Johann um jovem recém chegado a cidade grande e Dante (Polaco) um pugilista sem sucesso. Jules experimentará em suas telas através das tintas, modificar o padrão comportamental de suas cobaias para extrair em sua arte, a essência figurativa da personalidade de cada um. O artista plástico instaura um padrão comportamental gerando uma atmosfera de tensão a medida que sua experiência toma um caminho diferente do planejado. O espetáculo um drama, com muito suspense, reviravoltas inesperadas e um humor ácido contemporâneo, em que o público fará conexões através da arte moderna, além de reverenciar nomes importantes desse segmento. Com Gustavo Haddad, Lucas Romano e Mateus Monteiro.

Serviço: Teatro Augusta, R. Augusta, 943, Cerqueira César, tel. 3151-4141. Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h. Ingresso: R$ 50. Até 13/12.

Diálogo

Coletivo Ponto Br.
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O coletivo Ponto Br formado por músicos contemporâneos e mestres da cultura tradicional, apresenta o show ‘na eir’a, que traz sonoridade ímpar e atemporal. O grupo reúne alguns mestres da nossa cultura tradicional, como Mestre Humberto do Bumba Boi de Maracanã, Mestre Walter do Maracatu Estrela Brilhante do Recife e Mestra Zezé Menezes da Casa Fanti Ashanti, em diálogo com Renata Amaral, e Eder “O” Rocha, o suíço Thomas Rohrer e Henrique Menezes. Cocos, cirandas, maracatus, tambor de mina, bois, rojões e carimbós são alguns gêneros que compõe o repertório do espetáculo, que explora diversas possibilidades deste diálogo com o uso de bases pré-gravadas e recursos cênicos de dança.

Serviço: Sesc Campo Limpo, R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120, Campo Limpo, tel. 5510-2700. Sábado (14) às 20h30. Entrada franca.

 

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