Lazer e Cultura 04/01/2017

“As Mona Lisas”

Cena peça “As Mona Lisas”.
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A peça “As Mona Lisas” conta a história de três “gays super divertidos”, Kaká, um cabeleireiro, Mark, um bancário, e Haroldo, um figurinista de TV, que dividem um apartamento onde tudo, mas tudo mesmo pode acontecer…Luiza, vendedora de produtos de beleza, se apaixona por Klaus, um rapaz que é cercado de cuidados pelos três gays como um filho. O tumulto se instala quando dona Ravena, mãe de Kaká, que desconhece a homossexualidade do filho, vai visitá-lo. Com Eduardo Moreno, Roberto Taty, Alexandre Luz, Márcio Marinelo e Viviane Esteves.

Serviço: Teatro Ruth Escobar, R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, tel. 3289-2358. Domingos às 19h30. Ingresso: R$ 60. Até 26/03.

REFLEXÃO

NINGUÉM É CHAMADO PARA SE QUEIXAR: Muitos chamados, poucos escolhidos. Quantas vezes supomos que esses chamados são trazidos à banquete! Imaginamo-los à guisa de convidados para competição de favoritismo, diante de Deus. Acorda-nos a responsabilidade espírita emm plano mais elevado. Chamados, sim, para ver e aprender, retificar e melhorar. Religião para identificar o mal e apedrejá-lo existia à farta no tempo de Cristo. Onde o farisaísmo descobria criaturas para lapidação, Jesus encontrava almas sequiosas de entendimento, às quais estendia os braços tocados de amor. Todos nos achamos cercados por desafios de ação e renovação em clima incessante de criatividade. O que interessa para a vida não é a nossa capacidade de ver-lhes o aspecto desagradável ou de medir-lhes a aspereza. Não há notícias de empregadores engajando servos unicamente para chorar sobre os empeços da oficina ou lamentar as pragas que arruínam o campo. Cristo nos permite a inclusão na lista dos chamados para que lhe ofereçamos concurso eficiente na consolidação da felicidade comum. Aprendamos a ver para servir. Desistamos de perder tempo lastimando o irremediável. Diligenciemos a aplicação de remédio às situações suscetíveis de recebê-lo. E sigamos para diante, arredando da estrada os resíduos de males que reclamam esquecimento. O cientista é convocado a ver para estudar um pequeno cismo vivente na gota dágua poluída, em que outros encontram migalha de lama. Artistas reconhecem-se indicados para surpreender melodias ou desentranhar obras-primas da pedra, em situações dentro das quais a maioria dos homens apenas identifica ruídos e calhaus. O Espírita é convidado a enxergar o futuro no presente e, por isso, a rearticular o bem de todos onde muitos desesperaram de encontrá-lo. Ninguém é chamado espiritualmente para se queixar. Sintamo-nos conscritos pelo chamamento divino, não para nos regalarmos em expectativas estéreis acerca de prêmios que nada fizemos ainda por merecer. Mas, sim, para trabalharmos com paciência e perseverança na restauração do bem, onde a cooperação com o Cristo de Deus espere por nós.(De “Técnica de Viver”, de Waldo Vieira, pelo Espírito de Kelvin Van Dine)

Musical

Cena do musical “Ópera Urbe, Peste Contemporânea”.
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Estreia no proximo dia 6, “Gustavo Mendes Atrevido”, mostra um artista mais maduro, com uma carreira solidificada e muitas histórias para contar. Gustavo tem muita experiência nos palcos e sabe deixar a plateia a vontade. Pode-se dizer que em “Atrevido”, ele quase se assume como um missionário da comédia, interagindo com personagens que por meio de um telão interferem no show, e com o público com muita intensidade. O show tem isso, às vezes lembra um culto religioso. Além dos personagens icônicos, Gustavo também vai interagir com outras entidades mais diretamente presentes na sua vida: sua mãe, seu analista, alguns dos seus amores, e pessoas comuns que querem saber da sua vida, dar dicas e sugerir caminhos.

Serviço: Teatro das Artes (Shopping Eldorado), Av. Rebouças, 3970, Pinheiros, tel. 3034-0075. Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 20h. Ingressos: R$ 80 e R$ 90. Até 22/6.

Última vez

Após viajar pelo Brasil e exterior com o show de seu último disco lançado “A Praia”, Cícero se apresenta para fechar a turnê. A abertura do show fica por conta da banda Ventre, o power trio com seu rock experimental. E com um já considerável apanhado de composições conhecidas do público jovem, como “Vagalumes Cegos”, que foi tema do filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, e “Tempo de Pipa”, que bateu a marca de 5 milhões de visualizações no Youtube. No show, hits do primeiro disco, como “Açúcar ou Adoçante?”, “Tempo de Pipa” e “Vagalumes cegos”, músicas queridas do segundo álbum como “Ela e a Lata” e “Capim-Limão” e, é claro, canções que marcaram o disco que fecha essa turnê, “A Praia”, como “De Passagem”, “O Bobo” e “Terminal Alvorada”.

Serviço: Cine Joia, Praça Carlos Gomes, 82, Centro. Quinta (12) às 20h (abertura da casa) 22h (início do show). Ingressos: R$ 80 e R$ 40 (meia).


Visual e literatura

Obra da exposição Pinturas escritas.
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A Ocupação visual Pinturas escritas: Diariamente estabelece o diálogo entre artistas visuais e a literatura. Para esta edição, a ilustradora e muralista Erica Maradona desenvolveu a proposta a partir dos temas “diário” e “caderno de artista”.

Serviço: Sesc Itaquera, Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, tel. 2523-9200.De quarta a domingo das 9h às 17h. Entrada franca. Até 02/07.

Baile

Ao som de instrumentos como a rabeca, bombos de corda, bages, mineiro, sanfona e cavaquinho, integrantes e folgazões comemoram o grande baile oferecido pelo Capitão Marinho em Boi Manjarra com Sambada de Reis. O ritmo pulsante da música é acompanhado por diferentes formações coreográficas e passos denominados de “trupés”. Nesse sapateado brasileiro a forte pisada, a leveza e a graça dos movimentos dos brincadores se unem compondo variados desenhos coreográficos e jogos ritmados com o público.

Serviço: Sesc Santana, Av. Luís Dumont Villares, 579, Santana, tel. 2971-8700. Sábado (7) às 16h. Entrada franca.


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