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Endocrinologistas fazem campanha contra anabolizantes

“Bomba esculpe o corpo, mas causa: problemas no coração, câncer, infertilidade, problemas no fígado e distúrbios psiquiátricos”. Com esse lema, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) lançou a campanha “Bomba, Tô Fora”, contra o uso de anabolizantes sem recomendação médica

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“É crescente a utilização da testosterona [esteróride anabolizante] em homens saudáveis com a pretensão da melhora do desempenho sexual, aumento de massa muscular e em terapias descritas como antienvelhecimento.” Foto: Hora do Bico

Bruno Bocchini/Agência Brasil

De acordo com a entidade, o uso de esteroides anabolizantes e similares, sem recomendação médica, dentro e fora do esporte de alto rendimento, especialmente por jovens que desejam melhorar a aparência e o condicionamento físico, deve ser considerado como um problema social e de saúde pública.

A SBEM destaca que os esteroides anabolizantes – derivados sintéticos da testosterona – utilizados com o objetivo de aumentar a massa e a força muscular podem causar uma série de problemas de saúde como aumento da pressão arterial, elevação do colesterol ruim, aumento do risco de tromboses, embolias e infarto cardíaco, assim como hepatite medicamentosa com icterícia (amarelão), insuficiência hepática e câncer de fígado. No homem especificamente, o esteroide pode causar acne, aumento das mamas, redução do tamanho e do funcionamento dos testículos, impotência sexual, infertilidade, aumento da próstata e calvície.

“É crescente a utilização da testosterona [esteróride anabolizante] em homens saudáveis com a pretensão da melhora do desempenho sexual, aumento de massa muscular e em terapias descritas como antienvelhecimento. Para essas situações, a testosterona não está aprovada. O risco do uso pode superar qualquer potencial benefício. A testosterona [é indicada] apenas para homens com deficiência e sob estrita supervisão médica”, disse o médico endocrinologista Clayton Macedo.

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O risco do uso pode superar qualquer potencial benefício. Foto: Reprodução/Internet

Morte de neurônios
Segundo a SBEM, estudos mostram que existe relação do uso de esteroides anabolizantes com a atrofia do volume do cérebro e morte dos neurônios. Além de dependência, o uso dessas drogas pode causar irritabilidade e agressividade, ansiedade, alteração da memória, comportamento sexual de risco, síndrome de abstinência na suspensão da droga e alteração da percepção da sua imagem corporal.
“Em geral a pessoa que tem intenção ou está utilizando anabolizante ela quer saber se existe uma dose mínima que é considerada segura que, com certeza, não vai produzir nenhum problema de saúde. A resposta infelizmente é não. Não tem nenhuma dose que a gente possa assegurar para a pessoa de que nenhuma consequência vai ocorrer”, disse o médico endocrinologista Roberto Zagury.

Segundo Zagury, com frequência os efeitos colaterais ocorrem nos testículos e no fígado. “O receptor no qual a testosterona se liga para induzir os efeitos que são desejados, que são ganho de massa muscular, ele é o mesmo em todas as células do corpo, inclusive no fígado e no testículo, onde com alguma frequência acontecem efeitos colaterais. Não existe uma dose mínima segura”.

Saúde do Homem
Segundo o Ministério da Saúde, os homens, comparativamente às mulheres, cuidam menos da saúde e apresentam maior índice de mortalidade. Eles têm mais excesso de peso, baixo consumo de frutas, de legumes e de verduras, alto consumo abusivo de bebidas alcoólicas e tabagismo, situações que podem estar se refletindo numa maior mortalidade por doenças do aparelho circulatório, principalmente entre os mais velhos. As causas externas de morte, violência e acidentes, também atingem mais os homens, predominantemente os mais jovens.

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“Em geral a pessoa que tem intenção ou está utilizando anabolizante quer saber se existe uma dose mínima que é considerada segura que, com certeza, não vai produzir nenhum problema de saúde. A resposta infelizmente é não”. Foto: Portal S1

Comportamentos de risco, como consumo abusivo de bebidas alcoólicas, estão associados a falsa autopercepção de infalibilidade, facilitando a ocorrência de acidentes, situações de violência, e de contágio de doenças infectocontagiosas como HIV/Aids e tuberculose.

Veja agora 10 dicas valiosas para conservar de modo seguro a carne de peixe

O pescado é uma carne extremamente delicada que exige muita atenção em sua conservação para não ocasionar problemas de saúde

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo se preocupa desde a qualidade do peixe aos consumidores até ideias de preparo com novas receitas. O livro gratuito “Pescado: Saúde e Nutrição” traz todas as dicas que você precisa (baixe clicando aqui).
De acordo com a nutricionista Katlly Evillim Sousa, da Coordenaria de Desenvolvimento do Agronegócios (Codeagro) da Secretaria, trata-se de um alimento muito importante com baixo teor de gordura saturada e rico em ácido graxo poli-insaturado, o ômega-3, que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e com ação anti-inflamatória. Segundo ela, “o ideal é que o peixe esteja presente na nossa alimentação por pelo menos duas vezes na semana”.
Veja abaixo as dicas:
• Se preferir o peixe fresco, sempre pegue no fim das compras, para manter a temperatura;
• As escamas devem estar brilhantes;
• O odor deve ser suave;
• O peixe fresco e o peixe congelado contêm os mesmos nutrientes se mantidos em temperaturas adequadas a cada tipo;
• Na hora da compra do peixe congelado prestar atenção a sua situação. Não compre se estiver com água acumulada ou cristais de gelo, pois pode significar que houve o descongelamento, prejudicando a qualidade;
• A validade de qualquer peixe fresco, se for congelar, é de três meses;
• Na hora do descongelamento SEMPRE descongelar dentro da geladeira, pois fora pode desenvolver micro-organismos deteriorantes;
• Retire o couro/pele antes de cozinhar. Todos os nutrientes do peixe estão dentro da carne;
• Evitar temperos industrializados. Use temperos naturais como a salsinha, manjericão, coentro, louro etc.
• Quando preparado, consumir dentro de, no máximo, 48h, se mantido na geladeira (GOV/SP).

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