Aposta na pluralidade levou marketing digital a aquecer vendas

A chamada quarta revolução industrial e a transformação digital já haviam tornado o óbvio praticamente obsoleto nas estratégias comerciais, mas a pandemia fez com que ele se tornasse proibitivo. Desta forma, o marketing digital, que sempre buscou abranger seu alcance, teve de ir bem mais longe para gerar leads de vendas.

Assim, potenciais clientes de bancos, por exemplo, passaram a ser procurados não mais apenas em ambientes de conteúdo econômico, mas também em locais tão diferentes quanto portais especializados em e-sports e fóruns geeks. A Adaction/INFLR, startup de mídia online, é uma das empresas do setor que, ao apostar nesta fórmula, obteve como alguns de seus melhores resultados o aumento da abertura de contas digitais tanto em instituições financeiras tradicionais quanto nos chamados neo banks durante o ano passado.

“Saímos do lugar comum onde encontraríamos potenciais correntistas e ampliamos o escopo de busca do público-alvo, cruzando dados capazes de proporcionar o melhor custo-benefício na aquisição do cliente”, explica o diretor de Novos Negócios da Adaction/INFLR, Thiago Cavalcante. Foi com essa metodologia que a Adaction passou a atender clientes como o Bradesco, por exemplo, em ações de incentivo à abertura de contas.

O Diretor de Estratégia e Financeiro da Adaction/INFLR, Bruno Niro informa que ao levar essa estratégia para toda a sua carteira de clientes a startup conseguiu praticamente triplicar o faturamento em 2020, para mais de R$ 30 milhões. Para este ano, a expectativa é, no mínimo, repetir o desempenho e chegar a R$ 100 milhões

Acelerada pelo programa BNDES Garagem e pela Porto Seguro, por meio da Oxigênio Aceleradora, e agora selecionada pela Atento Next para seu programa de aceleração, a companhia tem se destacado pela capacidade de aumentar a audiência dos conteúdos criados por influenciadores, fazer comunicações por remarketing e falar com 100% dos seguidores, enquanto nos modelos tradicionais o número de impactados é bem menor. Além disso, contribui para aumentar a performance e o tempo de exposição destes conteúdos.

Ainda especializada em mídia programática, também consegue criar campanhas baseadas no Custo Por Aquisição (CPA), que facilitam a geração de receitas por meio de anúncios integrados e insights que monetizam os aplicativos. “Graças a nossa tecnologia conseguimos fazer uma maior oferta de venda sem, contudo, perder o foco nas reais oportunidades”, diz o diretor Tiago Brandão.

Ele destaca que o CPA é o último passo do funil digital e praticamente uma consequência do que acontece antes e por isso seu desempenho depende de toda uma estratégia. “É isso que fazemos. Desenvolvemos essa estratégia com ações diretas ou remoção de obstáculos para ajudar a reduzir o custo por aquisição”, conta. Fonte: Compliance Comunicação/AI.

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