Standard America, indústria de placas eletrônicas, comemora sucesso em sua produção: em dois meses, a empresa, comprada por novos sócios em plena pandemia, faturou o equivalente a todo o valor do ano passado

A gestão inovadora recontratou os colaboradores – que estavam em aviso prévio; ampliou a gama de serviços e produtos; abriu mercado internacional; vendeu para novos e antigos clientes; mudou toda a identidade da marca; injetou capital e, ainda, fomentou o mercado, oferecendo crédito a clientes
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Standard America: a pandemia não impediu que boas estratégias tornassem a indústria um sucesso em seus 100 primeiros dias com nova composição societária São Paulo, 5 de agosto de 2020 – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de divulgar que a produção industrial brasileira avançou 8,9% em junho, em comparação com maio. Essa foi a segunda alta seguida da indústria, o resultado mensal mais elevado desde junho de 2018 (12,9%), quando o setor retomou a produção após a greve dos caminhoneiros.CaseOs sócios da Standard America – uma indústria multinacional fabricante de placas eletrônicas, presente no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos – estão comemorando 100 dias da nova composição societária. Em plena pandemia, Hidalgo Dal Colletto e Ricardo Helmlinger nunca trabalharam tanto. Mas, nenhum deles reclama, ao contrário: o esforço conjunto fez com que a empresa, em junho e julho deste ano, faturasse o equivalente a todo o ano de 2019. É isso mesmo: em apenas dois meses, em plena pandemia e durante uma crise econômica, a Std America, sediada em Campinas (SP) computou faturamento de mais de R$ 2 milhões, valor equivalente ao montante de todo o ano de 2019 da companhia (o faturamento de 2019 foi de R$ 2,3 milhões). “Fizemos tantas mudanças e investimentos na nova indústria que já começamos a ver os resultados, efetivamente”, diz Dal Colletto, CEO da companhia.As mudanças implantadas – que incluíram ampliação da gama de produtos e serviços; contratação do dobro de profissionais (e recontratação de todos os que estavam em aviso-prévio); abertura de mercado internacional; mudança total na identidade da marca; injeção de capital; fomento a novos negócios, com oferta de crédito a clientes e até patrocínio cultural a uma artista – foram de altíssimo impacto na estrutura e no modo como a indústria conduzia seus negócios e merecem detalhamento (que será feito no decorrer deste press-release), mas, para que se entenda como tudo aconteceu, é necessário compreender como surgiu a marca Standard America.Como nasceu a Standard AmericaSe comprar uma indústria que estava prestes a fechar suas portas seria, teoricamente, um risco, imagine fazê-lo em plena pandemia. “Eu estava procurando um negócio para investir e liguei para um amigo, que sabia que também estava estudando coisas novas. Falei: se você souber de alguma ‘galinha morta’, que eu possa ressuscitar, me avise. Ele respondeu: eu tenho uma, mas acho que ainda está viva, e lhe proponho sociedade”, conta Hidalgo Dal Colletto, empresário.O amigo, Ricardo Helmlinger, o levou para conhecer a Stolden, uma indústria de placas eletrônicas localizada em Campinas, com dois anos de fundação e pouco mais de um de pleno funcionamento. Com medo da pandemia, os então sócios da Stolden a fechariam em poucos dias – e já haviam colocado todos os funcionários, uma equipe predominantemente feminina, na faixa dos 45 anos, em aviso prévio. “A indústria não performava, mas também não tinha passivos que a impedissem de crescer. Então, aceitamos o desafio de transformá-la numa indústria rentável, geradora de empregos e multinacional”, lembra Dal Colleto.
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O passo seguinte foi o de estabelecer as mudanças necessárias para que a indústria começasse a performar. “Eu venho do mercado financeiro e, assim, implantei um sistema administrativo na Std America muito parecido ao de um banco: aqui, o dinheiro é um insumo, que trabalha ao nosso favor. Assim, injetamos capital na empresa, para que novos profissionais fossem contratados e houvesse ajustes nas necessidades de produção”, lembra Dal Colletto.As principais mudanças dos 100 diasA Stolden era uma indústria de placas eletrônicas que tinha excelentes profissionais – mas, performava pouco. A nova gestão fez com que, em apenas 100 dias, o faturamento de um mês (o de junho) somasse o total de um semestre do ano de 2019. Dentre as mudanças iniciais implantadas pelos novos gestores, estão:Mudança na identidade visual – Essa foi a primeira mudança realizada pela Standard America. Nova marca, identidade visual, filosofia, tudo nasceu pensando em uma empresa global.Investimento na equipe – Quando os novos sócios assumiram, a equipe estava toda em aviso-prévio. Todos os profissionais, bastante capacitados, foram recontratados. E o tamanho da equipe mais do que dobrou, com a contratação de pessoal capacitado nas mais diversas áreas da tecnologia.Ampliação dos serviços e produtos oferecidos – A Std America passou a atuar em todas as frentes necessárias para atender empresas que necessitam de placas eletrônicas – e foi além.
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– Projetos – A Standard America mantém uma equipe de projetos, capaz de atender empresas que precisam de produtos específicos. Além disso, possui a expertise na área de documentação para requerimento de patente e propriedade intelectual. Essa área foi ampliada, com a contratação de novos profissionais, reconhecidos no mercado.- Suply Chain – A cadeia de fornecimento de insumos, expertise de Ricardo Helmlinger, que atua na área há algumas décadas, foi fortalecida na Std America. Com a entrada dos novos sócios, os clientes da indústria podem contar com parcerias importantes na área de componentes eletrônicos e insumos, que permitem negociações mais precisas e vantajosas para casa projeto. – Produção – Aqui, a contratação de profissionais para reforçarem a área fizeram a diferença. Totalmente focados em atender com rapidez e alta qualidade, as equipes ganharam a confiança de novos clientes e mantiveram a carteira antiga ativa. A Std America também é qualificada como parceiro Gold dos melhores centros de pesquisa e desenvolvimento tecnológico do país, como Instituto Eldorado e CPQD e está apta a trabalhar com o Processo Produtivo Básico (PPB), estendendo o benefício aos seus clientes.– Assistência Técnica – Neste setor, o pós-venda e a manutenção de placas eletrônicas costuma ser uma questão delicada. A nova gestão da Std America passou a oferecer o serviço de assistência técnica aos seus clientes. A indústria, inclusive, fará a manutenção de placas que não produz, desde que, nos equipamentos, haja placas produzidas por ela. Helmlinger trouxe para a Std America, também, uma experiência de mais de uma década em Services Centers, adquirida trabalhando para marcas como Motorola, Sony, Nokia e Ericsson, dentre outras, o que está agregando a área recém-criada.Fomento ao crédito – Assumida em plena crise, durante uma pandemia, a indústria precisava de seus clientes e de novos compradores. Existiam muitos projetos no mercado, mas, sem crédito – ou com financiamentos caros – eles eram inviabilizados. Aqui, entrou a expertise de Hidalgo Dal Colletto, que veio do mercado financeiro. Com excelente relacionamento com inúmeras instituições financeiras, a Std America criou uma plataforma de suply chain finance (sistema de crédito para a cadeia produtiva), que permite ao empresário obter financiamento para produção de forma desburocratizada, utilizando os próprios contratos como garantia. Assim, a Standard America fomentou a própria cadeia, permitindo aos seus clientes que obtivessem crédito mais acessível para continuar operando, na crise. A ação deu tão certo que passou a ser mais um produto oferecido na carteira da Std America.Abertura de novos mercados, inclusive internacionais – A Standard America abriu operações em capitais brasileiras onde não operava, como Curitiba (PR) e João Pessoa (PB). Além disso, tornou-se multinacional, com operações nos Estados Unidos e em Portugal. A ampliação da visibilidade trouxe novos clientes – e a intenção é atingir todo o mercado nacional e iniciar as vendas internacionais ainda neste ano.Injeção de capital – Nenhuma dessas estratégias seria possível sem uma boa injeção de capital. Sem revelar números, os sócios dizem que com investimentos é que foi possível fazer as oportunidades acontecerem. “Muito trabalho, estratégia e contratações nos fizeram ter ótimos resultados – e esse é só o começo”, finalizam os sócios.Patrocínio culturalA Std America está investindo em sua primeira ação cultural. A indústria está patrocinando a cantora sertaneja Thalita Ebert, natural de Campinas (SP), cidade na qual a Standard America mantém uma unidade fabril e onde nasceu. A artista está em estúdio, gravando seus primeiros trabalhos autorais, e logo será lançada no mundo do entretenimento com o apoio da Std America.

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