O que os funcionários pensam dos seus superiores

O portal de empregos Jobatus lançou uma série de pesquisas e questionários dirigidos a parte da população trabalhadora do nosso país. Com uma taxa de participação de 92,8%, foi registado um total de 705.000 comentários de pessoas, das quais 48,93% eram mulheres (344.956) e as 51,07% restantes eram homens (360.044). A pesquisa foi construída em torno de duas diretrizes centrais.

Por um lado, foram levados em conta elementos objetivos, como as características que atribuem a um bom chefe e as diferenças entre chefe e líder; enquanto, por outro lado, os participantes foram questionados sobre aspectos puramente subjetivos, como as suas opiniões específicas sobre a personalidade de seus chefes, a maneira como trabalham, a maneira como administram suas relações pessoais e profissionais com seus funcionários e seu nível de satisfação ou insatisfação com a maneira como administram a empresa.

Dentre os dados mais relevantes destacados pelo relatório, destacam-se os seguintes:

• O 43% das pessoas entrevistadas consideram “chefe” e “líder” conceitos idênticos. Dos 57% que os reconhecem como termos diferentes, apenas 12% podem citar verbalmente ou explicar com exemplos algumas das suas diferenças.

• Entre as características que eles atribuiriam a um bom chefe ou líder, as mais repetidas são o domínio das habilidades sociais – especialmente comunicação e empatia – (92%), tolerância (84%), humildade (83%) e carisma (78%). Entretanto, apenas 56% reconhecem qualquer uma dessas qualidades na personalidade específica do seu próprio chefe.

• Numa escala entre 1 e 10, onde 1 é ‘péssimo’ e 10 é ‘excelente’, 36% dos participantes afirmam ter um bom relacionamento com os seus chefes (classificando-o entre 7 e 10) enquanto 54% o descrevem como ‘cordial’ ou ‘indiferente’ (classificando-o entre 5 e 6 pontos) e 10% o descrevem como ‘ruim’ ou ‘desagradável’ (classificando-o entre 1 e 4 pontos).

• Em geral, a maioria dos entrevistados concorda com a maneira como os seus superiores dirigem a empresa (70%), embora 15% acreditem que ela poderia ser melhorada se eles mostrassem níveis mais altos de comprometimento e comportamento mais flexível em relação aos trabalhadores. – Fonte e outras informações: (www.jobatus.com.br).

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