Black Friday: 21,6% das transações podem estar desprotegidas

Um estudo da Serasa Experian aponta que 21,6% das transações feitas via aplicativos podem não estar seguras, o que representa uma em cada cinco realizadas no país. Isso ocorre porque estes programas instalados em dispositivos móveis trocam informações com endereços que não contam com o certificado de segurança SSL (Secure Socket Layer), certificado digital que autentica a identidade de um site e criptografa os dados enviados para o servidor, protegendo a integridade e veracidade das informações que são trocadas na internet.

O grande volume de compras feitas via dispositivos móveis faz com que os consumidores precisem estar atentos. Uma forma de averiguar se o ambiente é seguro é procurar pela informação nas Políticas de Privacidade. Caso os termos não deixem claro o uso de criptografia, a recomendação é que a compra seja via desktop, sempre de olho se há o símbolo do cadeado ao lado da URL na barra do navegador. Os consumidores também não devem baixar aplicativos fora das lojas dos sistemas operacionais.

Segundo o diretor de Certificação Digital da Serasa Experian, Maurício Balassiano, “o uso de celular para compras por meio de apps vem aumentando ano após ano, graças à rápida adesão dos brasileiros a novas tecnologias. Isso faz com que os fraudadores sofistiquem o phishinhg para capturar os dados dos consumidores em golpes. Isso só reforça a necessidade de segurança na proteção da comunicação entre aplicativos e servidores das empresas” (AI/Serasa Exérian).

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