Fintechs reduzem os custos e facilitam o envio de dinheiro ao exterior

Antigamente, enviar dinheiro para o exterior era uma tarefa completamente burocrática e restrita às pessoas com maior poder aquisitivo. Isso porque, tratava-se de uma operação com alto custo e que exigia uma série de comprovações e outros conhecimentos que a maioria da população não tinha acesso. No entanto, com o passar dos anos este cenário mudou e as transações financeiras internacionais hoje fazem parte do dia a dia de milhares de brasileiros.

Neste sentido, a busca por um serviço, bem como por uma empresa que atenda às necessidades do consumidor têm sido cada vez maior, o que abriu uma brecha no mercado para o surgimento das fintechs. Mas afinal, o que são fintechs?

O termo fintech surgiu a partir da junção das palavras financial e technology, que são praticamente a base deste negócio.

Tratam-se de startups (empresa jovem, com modelo de negócio inovador) que utilizam os recursos tecnológicos para inovar e otimizar os serviços do mercado financeiro. As fintechs, são basicamente o fruto da 4ª Revolução Industrial, migrando tudo aquilo que já conhecemos (pagamentos, crédito, investimentos, transações bancárias) para o ambiente digital.

Durante muitos anos (muitos mesmo!) o mercado financeiro brasileiro foi dominado pelas grandes instituições bancárias. Isso significava, que o consumidor não tinha muitas opções e, caso precisasse dos serviços bancários, tinha de pagar os altos preços cobrados para utilizá-los.

Com o surgimento das fintechs, houve uma abertura deste mercado, o que fez com que as instituições tivessem de melhorar os seus preços e serviços para competir com o baixo custo praticado pela concorrência. Tudo isso, devido aos baixos custos apresentados por essas startups financeiras, que conseguem entregar um serviço com mais agilidade e praticidade para o consumidor, por um preço bem abaixo do mercado tradicional.

O que explica esse cenário é justamente a proposta diferenciada, uma vez que nas grandes instituições financeiras são embutidos nas taxas os custos operacionais onerosos que visam sustentar o sistema complexo e gigantesco da empresa (funcionários, infraestrutura e afins). Já nas fintechs, por se tratar de um sistema mais tecnológico, não é necessário tantos custos, pois todo o processo pode ser feito remotamente, sem a necessidade de agências físicas que implicam em despesas com aluguel, funcionários e afins.

Quem se beneficiou com tudo isso foi o consumidor, que ganhou não só mais opções para escolher a instituição que vai de encontro com as suas necessidades, mas também a oportunidade de desfrutar de soluções mais práticas no seu dia a dia.

Dentre as operações que mais se encaixam no que estamos falando, as transações internacionais estão no topo da lista de serviços que realmente foram transformados com o surgimento das fintechs. Isso porque, como mencionamos anteriormente, este era um processo completamente burocrático e elitizado.

Hoje em dia, já é possível enviar dinheiro para o exterior com poucos cliques, sem qualquer burocracia e o melhor: sem precisar ir até uma agência bancária para concretizar a operação. Algumas plataformas solicitam apenas um cadastro rápido para que você possa ter acesso à uma série de serviços relacionados ao mercado de câmbio. Outro benefício está justamente associado ao baixo custo de operações para realizar a remessa internacional através das fintechs.

Com menores despesas operacionais, essas empresas conseguem negociar e oferecer aos seus clientes melhores condições para envio de remessas para outro país. Algumas instituições inclusive oferecem tarifa zero para o envio de Dólares e Euros, moedas mais comuns entre as transações. A maioria delas oferece um bom VET (Valor Efetivo Total), além da cobrança do IOF (Imposto sobre Operação Financeira) obrigatório de 0,38% para transferências entre terceiros e de 1,1% para transferência entre contas de mesma titularidade.

Antigamente, mesmo realizando uma transferência internacional com um banco tradicional, os recursos poderiam demorar dias para chegar até o destinatário, algo que hoje em dia é impensável. A utilização de tecnologias avançadas possibilitam que o dinheiro esteja disponível em até 24h em qualquer parte do mundo, o que torna o processo ainda mais viável para quem precisa enviar recursos com agilidade.

Hoje em dia, a melhor ferramenta para te ajudar a resolver essas questões é o Google. Você pode (e deve!) utilizá-lo para pesquisar sobre a reputação das empresas, a fim de verificar seu histórico com outros clientes. Busque pelos sites de reclamações e veja se não há algum indício de que pode ser uma furada. No mais, você também deve entrar em contato e sanar todas as suas dúvidas antes de realizar a operação.

A maioria das empresas oferece uma série de canais para atendimento ao cliente justamente com esse objetivo. Outra dica valiosa é desconfiar de preços muito abaixo do mercado: lembre-se que se trata de uma operação internacional, e mesmo que seja feita online, requer alguns custos. Fonte e mais informações: (www.cotacao.com.br).

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