Assinatura digital: conheça esta solução que traz mais segurança e rapidez para os negócios

Em apenas algumas semanas, grande parte da força de trabalho do mundo mudou para o trabalho remoto. Uma pesquisa de opinião recente do Gartner indica que 91% dos líderes de RH implementaram o home office nas empresas em que trabalham. À medida que mais e mais funcionários aderem esse novo modelo, empresas não podem deixar de lado o investimento em segurança de dados.

Nesse período de pandemia, a assinatura digital de documentos se mostrou essencial para as organizações. Ela permite que trabalhadores remotos assinem documentos com segurança a qualquer momento, de qualquer lugar do mundo e em qualquer dispositivo. A tecnologia é juridicamente aceita, economiza tempo, é segura e nunca expira. Sua adoção é um fator essencial no desenvolvimento da sociedade digital, uma vez que seu uso aprimora a implementação de novos serviços.

“Ela permite que indivíduos e organizações adicionem uma assinatura digital a um documento para provar a identidade e autenticidade do remetente. Ela pode ser usada onde você estiver, em casa, no escritório, no café, e geralmente é mais rápida do que se tivesse que assinar documentos pessoalmente. Além disto, é mais segura do que as assinaturas digitalizadas e os tickets eletrônicos, que podem ser facilmente alterados e não garantem a identidade do remetente”, explica Avesta Hojjati, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento na DigiCert.

Conheça a assinatura digital

Uma assinatura digital é uma mistura criptografada de uma mensagem que pode ser descriptografada por qualquer pessoa que tenha uma cópia de sua chave pública. Para funcionar, ela requer um certificado com informações de identificação do titular do certificado para garantir que a identidade seja precisa. As autoridades de certificação (CA) validam a autenticidade das pessoas que solicitam um certificado digital antes de emiti-lo em seu nome.

Se o documento for adulterado, a assinatura será invalidada. Ao contrário de uma assinatura digitalizada ou digitada, é praticamente impossível forjar uma assinatura digital. São muitas as situações em que esta tecnologia pode ser usada: documentos legais, recibos, abertura de contas bancárias, transações financeiras, informações confidenciais de pesquisa, seguros e diplomas.

Existem sim preocupações quanto à sua veracidade e segurança. Isso, em parte, deve-se à falta de interesse das organizações em investir no fortalecimento de sua segurança digital, especialmente no que diz respeito aos dados pessoais de funcionários e fornecedores. Entre as ameaça, o phishing é uma das mais usadas pelos cibercriminosos e, portanto, mais temida. Os golpistas se aproveitam do momento, como agora que enfrentamos o Covid-19, para enviar mensagens falsas com um malware escondido. Há também o brandjacking, onde os e-mails maliciosos se apresentam como sendo de empresas reconhecidas.

“Muitos desses ataques são direcionados a empresas e organizações que correm o risco de perder centenas de milhões de dólares. É o caso do ransomware, arquivos de código malicioso instalados nas redes de computadores das empresas que sequestram informações pedindo um resgate em troca. Por isto é muito importante que as empresas invistam sempre na segurança e proteção dos dados pessoais, especialmente quando se trata de assinaturas digitais”, diz Avesta.

As assinaturas digitais servem para organizações de diferentes portes: do pequeno negócio à grande multinacional. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as pequenas empresas podem ter vantagens sobre as grandes corporações, pois por serem menores permitem um certo nível de agilidade ao adotar tecnologias e mudar a direção das estratégias comerciais para permanecerem competitivas.

Por outro lado, estão em desvantagem por outros motivos: geralmente enfrentam um ambiente com recursos e pessoal limitados para pesquisa, compra e implementação de novas tecnologias. É por isso que é essencial que os empresários avaliem bem os benefícios das tecnologias emergentes e procurem um parceiro confiável para sua implementação.

Ao procurar um parceiro da Autoridade de Certificação, por exemplo, em vez de escolher a opção mais barata, considere o custo total de propriedade do uso de um provedor menos respeitável que pode deixá-lo em uma brecha quando você mais precisa.

“Lembre-se da reputação e da lista dos principais clientes da Autoridade de certificação, considere a liderança de pensamento da CA, o atendimento ao cliente e as ferramentas disponíveis, como um gerenciador de certificados centralizado que automatiza muitas tarefas. Idealmente, você deve procurar uma CA experiente que siga as práticas recomendadas e incentive os parceiros a fazer o mesmo”, finaliza Avesta.

Fonte e mais informações: (www.digicert.com).

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