Quatro passos para fazer um touchdown nos negócios

Luan Gabellini (*)

O Super Bowl é muito mais do que a final do futebol americano.

Quando Denver Broncos e Caroline Panthers decidirem o título da 50ª edição, neste domingo (7), em Santa Clara, um grande evento vai mobilizar a industrial global de publicidade, atraindo olhares de torcedores, empresários e políticos.

Apenas para se ter uma ideia da força desta partida, as 49 edições anteriores atraíram, nada menos do que US$ 5,9 bilhões em mídia, de acordo com análise do Advertising Age. Em 2015, a decisão foi vista por 114,4 milhões de norte-americanos – 74% das TVs do país – e engajou 65 milhões de pessoas no Facebook.

Com números espetaculares, o Super Bowl consegue ensinar conceitos importantes para o mundo dos negócios. Confira quatro:

. Planejamento acima de tudo – não importa quais são os times finalistas: a sede do Super Bowl é escolhida, pelo menos, duas temporadas antes. Assim, a cidade consegue estruturar o evento com antecedência, atendendo todas as demandas para garantir que o espetáculo ocorra sem problemas. No mundo empresarial, um bom planejamento permite estruturar o crescimento a longo prazo, independentemente de crise econômica.

. Entregue um bônus: a partida é a final do futebol americano, o que normalmente já chamaria a atenção do público. Mesmo assim, a organização decidiu ir além e transformou até mesmo o intervalo em uma atração para o público, com a presença de grandes nomes da música. Isso mostra a importância de ir além dos serviços e produtos e entregar produtos e serviços com valor para os clientes.

. Valorize a marca: o Super Bowl soube valorizar a sua marca nos últimos anos, atraindo grandes anunciantes e aumentando sua importância para o público. Em tempos de concorrência acirrada, as empresas também precisam aumentar a credibilidade e valorizar seus produtos para conquistar consumidores.

. Olho nos talentos: os dois melhores times do campeonato não chegaram à decisão à toa. Eles montaram uma boa estratégia para selecionarem – e contratarem – os melhores jogadores do esporte. A corporação também deve adotar esta tática, valorizando e trazendo os melhores profissionais para o quadro de funcionários.

(*) – É sócio fundador da BetaLabs, empresa especializada no desenvolvimento de sistemas de gestão empresarial (ERP), e-commerce e softwares sob medida em cloud computing.

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