
No Brasil, 3,5 milhões de pessoas dedicam-se às vendas diretas, modelo de negócio baseado na comercialização de produtos e serviços de uma empresa a consumidores finais por meio de empreendedores independentes. O volume de negócio deste setor passa dos R$47 bilhões ao ano, o que coloca o Brasil entre os sete países que mais adotam esse modelo. Já na América Latina, o Brasil está no topo do ranking, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).
O crescimento das vendas diretas, que tem como principal diferencial o relacionamento, é uma realidade em diferentes segmentos da economia brasileira. Agora esse modelo de negócio deve ganhar cada vez mais espaço no agronegócio, um setor que movimento mais de 20% do PIB do Brasil. Essa movimentação já é percebida na adesão de grandes players à modalidade.
“O agronegócio é visto com grande potencial de expansão na Venda Direta, em destaque a Produce, que vêm desenvolvendo o modelo. A personalização e customização são características únicas que diferenciam de outros modelos de vendas e que fortalecem o negócio”, aponta a presidente da Adriana Colloca, da ABEVD.



