Cultivado em praticamente todos os estados brasileiros, o pimentão está presente em mais de 32 mil estabelecimentos rurais, responsáveis por uma produção estimada em 224 mil toneladas. São Paulo concentra 27% desse volume, seguido por Bahia, com 14,7%, e Minas Gerais, com 14,6%, conforme publicação da Embrapa Hortaliças divulgada em 2025.
A dimensão da atividade mostra a importância da produtividade para o resultado das lavouras, mas o volume colhido, isoladamente, não garante rentabilidade. Para que a produção se transforme efetivamente em receita, os frutos também precisam apresentar características que permitam sua classificação, transporte e comercialização, reduzindo a diferença entre o que é colhido e o que chega ao mercado em condições adequadas de venda.
“No campo, oscilações no pegamento e redução do calibre ao longo do ciclo podem comprometer a formação de lotes padronizados”, explica o especialista em Tomates e Pimentões, Thiago Teodoro.
Segundo ele, a regularidade da produção é outro fator importante. Quando há longos intervalos entre as colheitas ou perda de padrão nas etapas finais do ciclo, o produtor pode encontrar maior dificuldade para planejar a mão de obra, organizar as entregas e manter uma oferta constante para seus compradores (www.agristar.com.br).
Plantio em estufa com alta tecnologia eleva até 30% a produtividade | Jornal Empresas & Negócios



