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Agropalma e Climatempo se unem no combate a incêndios no Pará

em Agronegócio
terça-feira, 01 de julho de 2025

Os fenômenos climáticos estão cada vez mais extremos devido às mudanças na atmosfera. Em 2023 e 2024, a manifestação do El Niño, que naturalmente provoca o aquecimento das águas do Pacífico e alterações no clima, foi ainda mais severa. No Brasil, uma das consequências em algumas regiões foi o aumento das secas, o que elevou significativamente o número de queimadas.

Dados captados pelo Monitor do Fogo e divulgados no início deste ano pelo MapBiomas apontam que o país teve 30,9 milhões de hectares queimados em 2024 – área superior ao tamanho do Uruguai, país vizinho ao Brasil. A Amazônia se destacou como o principal bioma afetado, concentrando 58% das queimadas, impulsionadas por um regime de chuvas abaixo da média histórica. No recorte estadual, o Pará foi o mais atingido pela devastação.

Mesmo com o fim da temporada do fenômeno El Niño, a imprevisibilidade do clima, as secas e os riscos de queimadas continuam sendo um desafio. Diante desse contexto, a Agropalma, empresa brasileira reconhecida mundialmente como referência na produção sustentável de soluções com óleo de palma, tem investido na mitigação de focos de incêndio, que envolve desde estratégias preventivas até ações pontuais para evitar grandes devastações, sobretudo em sua reserva florestal, que corresponde a 64 mil hectares.